Querem ajudar-me nas questões que aqui deixo? Obrigado.

O Meu Depoimento:





Aos meus Amigos, que por gentileza, curiosidade, ou simplesmente para me sindicarem, tenham o incómodo de me visitar, eu procuro recompensar com os modestos textos que aqui trago.





Aos AMIGOS: deixo um pouco de mim.



Uns e outros, estão convidados a dizer de "sua justiça".



Obrigado pela visita!





Adriano Ferreira Pinto







quinta-feira, dezembro 23, 2010

Não Concordo !

Não Concordo !
Era costume, e penso que ainda seja, nos gabinetes de alguma relevância, os respectivos responsáveis escreverem, pelo próprio punho, nas propostas de decisão: “concordo”.
Pois bem, modestamente, neste restrito gabinete que é a minha consciência, decidi revelar os casos em que:


Não concordo:

i. Que as crianças tenham de sair de casa, madrugada viva, para satisfazer os caprichos de uns burocratas torpes e a ignorância conivente de uma escritora de histórias para “meninos” de confortáveis lares burgueses!
ii. Que os velhos tenham de mendigar a assistência médica, para que trabalharam toda a vida!
iii. Que os desempregados da economia real tenham de suportar o epíteto de “calinos”, só porque não são “parasitas” da função pública!
iv. Que os doentes crónicos tenham de suportar o custo dos medicamentos, que as viagens da Senhora Ministra pagava.
v. Que ...
vi. Que ...
vii. Que alguém, depois de trabalhar um mês inteiro tenha de “sustentar” a família com o “subsídio” de gasolina do carro particular do motorista do director de um qualquer serviço, PAGO com os impostos do próprio “alguém”!
viii. Que César não concorde com Sócrates, e Sócrates não concorde com César !

Peço desculpa aos meus professores de moral, filosofia e história, mas confesso que já não sei a quem devo dar razão.
Ao Poder de César ?
À Razão de Sócrates ?
Ou ao DEVER do Poder Presidencial, que devia reger César e Sócrates ?
Confesso que NÃO SEI, mas,

Não Concordo !
Afpinto

quinta-feira, dezembro 16, 2010

Só havia três coisas sagradas !


Só havia três coisas sagradas na vida: a infância, o amor e a doença. Tudo se podia atraiçoar no mundo, menos uma criança, o ser que nos ama e um enfermo. Em todos esses casos a pessoa está indefesa.
(Miguel Torga)

segunda-feira, novembro 22, 2010

DIREITO

Nota Prévia.

O presente texto, que me atrevo a reproduzir – sem, obviamente, encomiar o autor, que o não merece – foi publicado no século passado.

Aconteceu aquando da publicação do primeiro número de 1986, de “a Sebenta” - “Revista * Coimbra”, então superiormente dirigida por Sansão Coelho e João Cunha, ambos amigos, mas este, meu inesquecível colega de curso.

Porque o texto, ainda que datado, infelizmente permanece actual, aqui e agora peço aos Director e Director-Adjunto, que me perdoem a sua “recuperação”.

No entanto,
Por respeito à edição original e àqueles valorosos que a possibilitaram, procurei reproduzir textualmente a forma gráfica como foi dado à estampa.

Permitam-me, contudo, que com a humildade que os então responsáveis pela revista sempre me reconheceram, preste público reconhecimento à pessoa que, na ocasião, reviu e dactilografou – não, não havia pc’s na altura, e muito menos “Magalhões” (contracção de “Magalhães” com Milhões) –, o texto.

Aqui lhe rendo a minha homenagem e agradecimento, Maria Leonor, com um terno Beijo.


DIREITO

          Adriano Ferreira Pinto

             Licenciado em Direito

Numa qualquer sociedade de tipo civilizado é ao direito que cabe o papel de diminuir os conflitos. Qual terapia social cabe-lhe resolver as questões, solucionar as divergências, curar os males que atormentam o tecido social.

Por isso, há que encontrar no mundo jurídico as razoes porque alguns merecem protecção quando confrontados com os restantes membros da população ou primazia se em disputa com os seus pares.

Porém, nesta função, consciente e voluntariamente discriminatória, o direito (melhor, a lei ou, mais concretamente, o tribunal) tem de se reger, seguir ou orientar por verdades que lhe são supra-ordenadas ou, se preferirmos, anteriormente definidas, o que significa quer os indivíduos, quando se sujeitam antecipadamente e de livre vontade ao «veredicto da justiça, contam também como sua defesa o princípio de que não serão objecto de leis que não conhecem (ou tivessem o dever-possibilidade de conhecer).

Todos sabem pois (ou devem saber) quando e como estão subordinados a uma entidade abstractamente idealizada e concretamente personalizada no Juiz, capaz de lhes impor os compromissos tidos por convenientes e adequados à sã convivência social.

Diremos então que a justiça se impõe a todos e que cada um a ela está sujeito na proporção em que à mesma se submeta ou crie as condições para esta tenha de actuar.

Mas, se é assim, poder-se-á das possibilidades de cada um para fazer uso dos instrumentos que a «Iustitia» lhes concede.

Ninguém ignora a influência por vezes exercida num pleito por elementos pessoais, nada relevantes, quanto à razão de cada uma das partes (de entre estes, destaque-se, desde já, o preço).

Sendo monopólio do Estado, a máquina judicial é, por definição, «propriedade de todos os cidadãos. No entanto, a sua utilização obriga a despesas que, não raro, são desproporcionadas para quem dela se quer servir. Por certo que a administração pública oferece aos mais desfavorecidos meios de obviar a este desfavor em que se encontram. Porém, a nomeação de defensores oficiosos – tal é a solução destinada a estes casos – nem sempre funciona da melhor maneira. Desde logo porque os advogados que a servem são, normalmente, incipientes e depois, porque, como em todas as actividades, a falta de «estímulo económico gera (quando não desinteresse) nos defensores oficiosos reduzido empenho.

Por outro lado, mesmo fora desses casos, a desigualdade dos serviços de advogados e juristas além de constituir regra corrente, ganha especial relevo quando um particular defronta grandes empresas (Bancos, Companhias de Seguros, etc.) ou o próprio Estado. Neste último caso, a diferença não resulta apenas da máquina jurídica que a “coisa pública” tem ao seu serviço mas também das prerrogativas que a própria lei lhe oferece (privilégios, etc.).

Diferenças ainda encontra mos nos casos das imunidades próprias de alguns cidadãos, mercê dos cargos que desempenham. Não sendo um facto abonatório da igualdade dos indivíduos perante a lei também não é um atentado à aplicação da justiça pois, felizmente, é pouco comum haver presidentes da República assassinos ou Deputados ladrões.

Permitindo-nos avançar a nossa opinião acerca do problema principal julgamos que o meio ou um dos meios de tornar a Justiça acessível a toda a comunidade será a criação de um Sistema Jurídico Nacional que, dependendo do Estado, não esteja sujeito ao Poder.

Para atingir tal fim haverá necessidade de instituir um órgão autónomo, participado, nomeadamente pelo Ministério da Justiça, Ordem dos Advogados e Magistratura, dispondo de fundos próprios e com um serviço convencionado de Advogados ao dispor do público em geral. Assim quem necessitasse de recorrer aos serviços de um causídico poderia aí encontrar quem, com reconhecida idoneidade, competência e sentido das responsabilidades, se ocupasse dos seus interesses. Seria, digamos, num primeiro aspecto, uma instituição colaboradora da ordem dos Advogados na defesa das regras deontológicas da profissão. Mas, por outro lado e à semelhança do que, no campo da saúde existe, nalguns países europeus (inclusive em Portugal, apesar de restrito aos serviços sociais de grandes empresas - em regra, públicas) reduzir-se-iam as dificuldades de utilização desse bem tendencialmente caro que é a justiça por forma a compensar as desigualdades sociais e económicas.

Tinha, nesse caso, tal órgão a função de garantia pelos serviços prestados a fim de não coibir os interessados na escolha de Patrono e impedir que este – até por motivos de subsistência – se tentasse pela «razão do mais forte» (economicamente, entenda-se).

Certo é que o direito à dispensa de pagamento total ou parcial quer das despesas quer dos honorários e a sua consequente transição para o Estado dependeria de prova de impossibilidade do requerente para as satisfazer.

Defende-se, por vezes, outra alternativa ao sistema vigente: a instituição de uma carreira pública para advogados, destinada a garantir, através da «funcionalização dos mesmos, a liberdade na sua escolha por parte de quem a eles tenha de recorrer.

Julgamos, pelo menos nos tempos mais próximos, inoportuna esta solução, por três motivos: pelo perigo (talvez não apenas hipotético) de para esses cargos públicos serem escolhidos candidatos na razão directa da sua dedicação ao Poder; porque não seria jamais garantida a rentabilização de u ma actividade ( que, por essência, esige grande entrega por parte de quem a exerça) quando, à partida, a remuneração se baseasse num vencimento fixo mensal ou numa percentagem estatística; em consequência disso, desperdiçar-se-iam fundos públicos, sempre de difícil angariação, com quem deles não necessitaria.

Seja qual for, porém, a solução adoptada, parece, hoje mais do que nunca, urgente encontrar um meio de o Estado, através dos recursos próprios, garantir, indiscriminadamente, o acesso a uma justiça que ele próprio põe ao dispor dos cidadãos

Em nota final alvitramos que, face às dificuldades de instalação de um tal Plano, sejam seleccionados campos específicos para o seu ensaio, nomeadamente na área das relações laborais onde não é difícil descortinar desigualdades, quer quando um trabalhador isolado defronta o poder económico de uma multi-nacional, quer quando a pequena empresa quasi-familiar se vê perante máquina burocrática de uma organização sindical.

Aqui fica, pois, expresso o desejo de que estas linhas chamem a atenção para a desigualdade que é, hoje como sempre, fazer valer os direitos que, mesmo quando julgamos do nosso lado, não sabemos nem podemos defender.



Post-scriptum:

Quero esclarecer que, quando há VINTE e QUATRO anos este texto foi escrito, não imaginava que na actualidade a defesa dos interesses dos cidadãos estivesse no atoleiro em que se encontra.

Mais devo dizer que a ideia da criação de um “Sistema Jurídico Nacional”, ter-me-á sido inculcada pela iniciativa tomada, poucos anos antes, pelo meu Patrono de Estágio, quando criou o Serviço Nacional de Saúde.

E se nesta afirmação refiro o exemplo do Dr. António Arnaut, enquanto humanista, mais quero render homenagem ao exímio Advogado que - estou certo, por razões que aqui e ora não cabem -, sabendo que eu era, como sou, do CDS, nunca me regateou o seu empenho e ajuda.

Passado um quarto de século, tenho orgulho em dizer, a um dos exemplos de Presidente do Conselho Distrital de Coimbra da O. A. – Obrigado !



quarta-feira, novembro 17, 2010

2005/12– Odisseia, nos Pas (ç) sos !



2005/12 – Odisseia,nos Pas(ç)sos !


Aventura Cortesã

A resenha que se segue - mero produto de uma alucinação bairradina - é o relato sincopado da atribulada missão do Cap. Coelho, no comando da nave com o número de código:


                                                      PSD.03.2010/colapso final.



- 10:45 - 3 de Janeiro de 2012 – as forças satânicas do Sousa, derrotado na recente batalha natalícia de 2011, reagrupadas em torno da Igreja do Rato, aguardam a chegada, como reforço, dos desbaratados da unidade de defesa de Aveiro, que até há dois dias fora comandada pelo intrépido jovem tenente Candal.

- 11:05 - 3 de Janeiro de 2012 – o Comandante Sousa é informado de que, por falta de pagamento da factura de energia eléctrica, e apesar do empenho do, ainda que reformado, operacional Penedos, o “TGV do Norte” ficara retido em Alfarelos.

- 11:15 - 3 de Janeiro de 2012 – chegam ao Comando do Rato as primeiras notícias de que os bravos efectivos provenientes de Aveiro, estavam a ser transportados para os HUC, dada a desnutrição ostentada pela maioria, dos que ainda conseguiam caminhar. Tomara conta da operação o camarada Pato, recém alistado, por via da amizade que sempre tivera com o, agora desaparecido, Comandante Alegre. Corre até a notícia de que o mesmo terá desertado, e se encontra em fuga para o Norte de África, onde ainda terá parentescos, gerados “em tempos de servidão”.

- 11:30 - 3 de Janeiro de 2012 – uma marcha do corpo especial da JSD – “a jota é demais” – criado no século passado, quando governava o partido “Sir” Aníbal, vem pôr cerco aos revoltosos do Sousa. Não trazem comandante porque, no reagrupamento efectuado, pelas seis da manhã, ao encerrar do Bairro Alto, ninguém encontrou o “comissário” Frasquilho.

- 11:45 - 3 de Janeiro de 2012 – uma delegação mediadora, chefiada pelo venerando D. Jaime, procura interpor-se entre as forças contendoras.

- 12:00 - 3 de Janeiro de 2012 – a ASAU – Associação Secreta dos Amigos unidos -, em colaboração com a AMI - Associação Mutualista dos Indignados -, a Associação dos Candidatos Despejados, os AA, a Liga de Protecção do que é Natural, o Movimento Anti-Touradas, Os Verdes de Portugal e outros - estabelece no Largo do Rato um perímetro de segurança, onde apenas se podem vender “estimulantes” não alcoólicos, por forma a retemperar o “ânimo” dos “camaradas mais desgastados”.

- 12:10 - 3 de Janeiro de 2012 – esgotam-se as reservas do refúgio, e verifica-se uma debandada em direcção ao Martim Moniz, para comprar “recordações” - em saldo num paquistanês -, do dia que vai ficar histórico.

- 13:00 - 3 de Janeiro de 2012 – após tomar conhecimento da debandada, Coelho dá ordens para o assalto final.

- 13:10 - 3 de Janeiro de 2012 – D. Jaime entrega ao comandante Coelho as chaves de uma Fundação, surtida na noite anterior.

- 13:30 - 3 de Janeiro de 2012 – as forças de Coelho tomam de assalto as instalações da Fundação mas . . ., dela já Só Ares restam !

- 13:45 - 3 de Janeiro de 2012 – sem saque, desesperado, Coelho e os seus homens, dirigem-se para a orla do Tejo, em busca de qualquer navio que, incautamente aportado, possa substituir as riquezas que não encontraram no Rato.

- 14:00 - 3 de Janeiro de 2012 – ao largo, no rio, emerge o “TRIDENT” !

Imaginem quem vem na ponte !

Seguramente, algum Ministro do Mar !









A Jogadora !

A Jogadora !


*

Escrevo, enquanto oiço, porque a tv está numa divisão contígua, um debate prévio às eleições para a Ordem dos Advogados.

Se fosse político tinha de aqui fazer uma “declaração de interesses”. Mas não sou !

Conheço o actual Bastonário desde os tempos da faculdade.

Sou seu amigo, como estou certo de que é meu.

E, confesso, a coisa mais difícil que ao longo da minha vida tive de fazer, foi tentar explicar a alguém que está errado.

À bon entendeur . . . “

**

Vem isto a propósito de uma senhora, minha conhecida - empresária de profissão, como costuma dizer -, que é responsável pela vida de alguns, poucos, trabalhadores que diariamente se esforçam para que o trabalho diário que fazem na lavandaria, traga à empresa benefício, vulgo lucro, que, ao menos, dê para lhes pagar.

Pois bem,

Por razões que me não respeitam, mas acredito tenha sido desnorte ou má gestão, a dita senhora entendeu que resolvia os problemas financeiros da “sua empresa”, passando umas noites em Espinho, ... no casino !

Sei que um amigo comum – por razões que conheço, mas não vêm ao caso, dada a passionabilidade das mesmas – a tentou aconselhar.

Mas é tão difícil convencer uma pessoa da asneira que faz !

E reconheço que, ao longo da minha vida pessoal e profissional, a coisa que mais me revoltou, foi a ESTUPIDEZ – porque outro nome não tem -, das pessoas que se julgam no direito de, mais que aconselhar, impor comportamentos.

Não Fumas !” ; “Não Bebes ! ”; “Não ... te divertes !”, são as palavras/expressões que os incompetentes, inúteis e incapazes – a quem a vida indevidamente sorriu -, usam para dominar quem EFECTIVAMENTE alguma coisa vale.

Dito isto, compreendem que eticamente me não sinta no direito de criticar nenhum amigo.

E, quanto ao Marinho, nunca me causou qualquer prejuízo patrimonial, nem me vigarizou, nem isso faz parte da sua génese de pessoa.

Quanto a isso, que não restem dúvidas.

***

Mas o que hoje queria frisar, era a incompetência do actual governo. O desnorte com que actua e se exibe. Já não só “intra-muros”, mas nos areópagos internacionais, onde era suposto apresentar-se como “pessoa de bem”, que não é, mas devia parecer.

Agora como troca-tintas é que não !

Um ministro que no exterior apregoa a incapacidade do país em cumprir as obrigações internacionalmente assumidas – em lugar de reconhecer que a incompetência para tal, é do governo a que pertence -, não deve ter a confiança dos superiores, nem merece o respeito dos pares.

A não ser que, uns e outros, sejam tão – evito dizer incompetentes, porque o próprio o não é -, inconscientes quanto ele.

Será que o dito não percebeu ainda que, no estrangeiro, apenas acreditarão em nós quando um dirigente politico apresentar um plano de governo austero, é certo, mas exequível ?

Chupar, até ao tutano, os pobres, sejam doentes, reformados, deficientes, desempregados ou outros desgraçados da vida, não é solução !

Tributar os mendigos, para manter a opulência dos incapazes, dos parasitas que mantém na sua “corte”, não é solução para nenhum governo, muito menos para o desgoverno de Sócrates.

Há uns dias, um amigo meu Inglês, que naturalmente não está habituado aos maneirismos republicanos, perguntou-me se o Chefe-de-Estado não podia fazer alguma coisa.

Imaginam o meu constrangimento e vergonha.

- Poder, podia, e devia, mas quer ser reeleito! - Respondi enquanto disfarçava com um cigarro, que se não queria deixar apagar.

É esta a lei da vida em Portugal !

Vingam os que querem perdurar no poder e os que, por mais não saberem fazer, simulam que têm poder.

Assim vão morrer as Instituições, Falir as Empresas, sucumbir a Moral – não apenas, mas também, no sentido ético -, de um POVO, que Camões apelidou de NOBRE.

Mas,
Estou tão certo de que o referido ministro se interesse pela Lírica Camoniana, como a minha amiga saiba dividir as “orações” d’ Os Lusíadas.

Também é normal. O presidente do ministro, quando o era, ignorava o número de “Cantos” da obra, ou sequer o que tal significava.

Resta-me confidenciar uma coisa. A “amiga”, também é economista e Socialista !

Está tudo dito . . . !

sexta-feira, novembro 12, 2010

O Senhor dos Pas (ç) sos ! I I




O Senhor dos Pas (ç) sos !
I I




Há muito que se questiona a natureza humana.

Rousseau é – era no meu tempo, mas confesso que estou desactualizado – o paradigma do estudioso sobre tal tema.

Camus foi – para mim – quem melhor sintetizou a dúvida que assiste a cada um na sua existência.

Sim, é verdade, também eu fui – acaso continuo a ser -, existencialista.

De todo o modo não esqueço “La bête humaine”.

Mas,
Não é disso que quero falar. Sem menosprezar o tema, gostava de trazer à colação uma dúvida que me tem assolado nos últimos tempos.

Acaso estarão a pensar que, se não for um narciso empedernido, sou caso de tratamento psiquiátrico.



Na verdade,

era no meu tempo; para mim; também eu fui”,

São expressões que, a não denotarem um egocentrismo exacerbado, são indício de perturbação mental.

Eu me confesso:
Gostava de ser o centro do mundo. De ter poder. De ser tão forte como os mais fortes. De mandar tanto, para poder mandar mais, como os mais poderosos !

Mas também, como pecador me confesso, não seria capaz de corrigir o mundo.

De uma coisa podem ficar certos, jamais aceitaria ser lacaio de quem estivesse a subjugar o meu povo.

Essa a divergência entre mim e Pedro Passos Coelho !

Se alguma vez, algum tempo, ou ainda hoje, me revejo no Meursault de Camus, tal não significa que me alheie do destino de milhões de portugueses que, como eu, sobrevivem na sua própria Pátria, saqueada por Sócrates, Soares e outros que tais.

NÃO, não estou a dizer que Sócrates – não o filósofo, grego, para não haver dúvidas -, ou Soares - presidente que nos calhou na rifa da manutenção do jovem Cavaco Silva na chefia do governo -, se tenham alguma vez locupletado à custa do Orçamento do Estado Português.

Quanto ao primeiro, QUERO afirmar que os tribunais nada encontraram que o associasse a esse crime de que acusam um sujeito que “dizem” ser seu parente.

Mas, e em relação ao segundo, cumpre dizer que a Fundação, a que modestamente deu o próprio nome - não fora os vindouros esquecerem a garbosa obra de destruição da Nação (não ficava bem aqui falar de Império), pela qual o Ministro da Iª República, Dr. João Soares, tanto se batera –, presta inestimosos serviços a Portugal no domínio das relações com os países que falam português.

Aliás,
Estou certo de que sem tal colaboração, nunca os ignotos Portugueses da Metrópole – desculpem, mas é “provocatio” – poderiam ter boas relações com os irmãos de África, do Brasil ou da Oceânia. E muito menos com os descendentes que têm no “continente” Indiano, tão aprazível para o “Velho Soba” passear em cima de um elefante.

Permitam que, aqui humildemente reconheça, que os “defensores dos animais” têm razão:

              enfrentar um touro faz quem sabe, não tem medo, e é “criminoso”.


Pôr-se em cima de um elefante ou uma tartaruga, só Soares sabe fazer !

Mas não é destas duas espécies, uma em vias de extinção, e a outra já só recordada nas viagens ao museu das recordações do Partido comunista, a que dignamente pertenceu, que vos queria falar.

Refiro-me ao já proto- sáurio, Coelho.

O dito cujo, “enfant” da escola cavaquista, não aprendeu a lição.

Não resisto a contar, a trazer à vossa paciência, a revolta que senti, vão passados vinte e cinco longos anos, quando assisti ao despudor da “maralha cavaquista” – “a jota é demais” – a invadir as ruas que tinham sido conquistadas pela, então, JCDS e Juventude Monárquica.

O resultado está à vista: DESTRUIRAM o PAÍS !


Mas, como chegou tarde ao “repasto”, o dito Coelho – e nada tenho contra o facto de um humano ter nome de animal doméstico, já que sou pinto -, pretendeu aceder aos PAÇOS !
Pronto, já perceberam. Não é nenhuma alegoria.

Referia-me ao senhor dos Pas (ç) sos, de . . . Cavaco Silva !

Não sendo Cartesiano, questiono-me: mas quem é o Mestre ?

Confesso que não sei.

Mas, como católico, e para aqueles que comigo partilham a mesma Fé – sem blasfémia -, digo, perguntem ao . . .
                           Espírito Santo !

sábado, novembro 06, 2010

A Crise !

A Crise !

por José Pinto a Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010 às 15:47
        Tento hoje explicar a crise que atormenta Portugal.
         Pretensioso, dirão uns. Louco varrido, assegurarão outros.
         Nada mais errado !
         Nem o pretensioso “engajado”, que Rangel – o assalariado socialista, para a comunicação social –, pateticamente teima em ser; nem o louco ministro, que partilha o leito com “os mercados”, para evitar ter de os enfrentar.

         Apenas tento contar o que pensa alguém, pertencente à chamada Sociedade Civil, embrenhado na vida comunitária há tempo suficiente para saber distinguir o que verdadeiramente está em causa. 
         Da, e na observação diária das relações sociais é fácil depreender qual o grau de decrepitude da “alma” do Povo Português.
         Conto, a propósito, mas em resumo, um caso que recentemente me chegou ao conhecimento.

         Uma certa mãe, senhora com mais de oito décadas de idade, mas pessoa com inquestionada lucidez, e actividade profissional activa, questionava um filho – claro que com mais de meio século de existência – acerca do destino que a respectiva vida havia tomado.
         Claro que à dita senhora nada importava a carreira que o dito havia trilhado no passado, nem a que actualmente seguia.
         Tão-pouco a inquietava o êxito profissional que o mesmo tivesse obtido, ou estima granjeada entre os seus pares.
         O que a inquietava era a situação económica do “filho mais velho”, que em nada se comparava com os restantes.
         - Todos estão bem, dizia, enquanto lhe apontava os exemplos dos irmãos. Na verdade,
         A mais novinha de todos – quarentona, diga-se – era professora e “tinha o seu lugar”.
         E a mais velha das raparigas ainda estava melhor. Não tinha conseguido seguir a carreira para que, o mesmo curso dele, a talhara, mas era “Técnica Superior” numa Câmara – estava “arrumada” !
         Até o mais novo dos rapazes estava muito bem na vida. Ganhava ordenado como quadro superior numa das empresas monopolistas –, à qual todos nós temos de pagar os preços que, com o beneplácito do Estado, nos exige !
         Bem, havia outro irmão, o segundo na escala etária, que ao longo da vida trilhara o caminho do êxito profissional e que, apesar dos desaires/falências das empresas para que trabalhara, sempre tinha sobrevivido. Também “não estava mal”, no entender da veneranda senhora.
         Incrédulo com a postura da mãe - que após o 25 de Abril, de forma veemente e verdadeira, havia declarado aos vencedores, que não “comprava” o futuro dos filhos, com a traição – o velho filho lembrou à mãe duas pequenas coisas:
         Que o “idílio” que ela via na vida dos três irmãos mais novos, era produto de um crime social iniciado com o governo de Cavaco Silva e a adesão à, na época, CEE.
         E que após a criminosa actuação dos governos socialistas, a “brincadeira” haveria de ter um fim.
         “Ai que disseste tu” !
         Imaginem ! Raios e coriscos !
         O filho atreveu-se a recordar-lhe o episódio que já referi, mas a memória da senhora, fruto da idade certamente, já não a deixava recordar-se de nada.
         - Mas eles estão todos bem !
         - Pois mãe, mas quando os funcionários públicos forem despedidos por nós particulares já não ganharmos para os sustentar, o que vai acontecer ?
         - Devias ter ido, era para notário !

         A crise nacional, mais que dos desmandos dos socialistas – seja na vertente PS, seja PSd (não PPD) -, advém do facto de pessoas como a minha personagem terem perdido a noção da realidade da nossa terra.
         Mas, enfim, compreendo. E aqui, na verdade, está a explicação do “Triunfo dos Porcos”.
         Filha de professores primários – assalariados “ex oficio” do Estado Novo – onde havia contenção e decoro nos gastos -, detestou sempre a iniciativa privada da família do defunto marido, que lhe proporciona o nível de vida que hoje tem.  Do mesmo modo que ignorou os sacrifícios paternos para sustentar as poucas terras que tinham.

         O que conta são os “vencimentos” que o Estado paga, mesmo ou ainda que seja por “arranjos” socialistas.
         Como vêem, com gente assim, TINHA de DAR em CRISE !

         E o que será que a dita senhora pensa hoje ?

         Confesso que não sei.
         Há uma semana que não falo com a Mãe ! ! !

“In Memoriam” !

“In Memoriam”

por José Pinto a quinta-feira, 4 de Novembro de 2010 às 14:48
  
          Tragicamente, ou talvez não, e no que respeita à maioria dos artigos de opinião que hoje se escrevem, os respectivos autores não dispensam referências à época em que viveram.
         Curiosamente, num certo canal de televisão, há um conhecido “entertainer” que, de forma sublime, diga-se, faz quebrar a tensão dos concorrentes do respectivo programa, exclamando amiúde: já lá fui muito feliz !
         Como é óbvio, o conceito de FELICIDADE depende, no espaço e no tempo, de quem a quer alcançar.
         Assim como o do “ BELO” !
         Já pensaram qual a definição de “belo” que dariam, se questionados pela directora de serviços da vossa empresa ?
         E se uma tartamuda Senhora Juiz, esplendorosa albina, vos questionasse sobre o mesmo conceito, para avaliar a noção de um violador ao abordar a vítima que, e por mera hipótese, era uma loira Ucraniana capaz de fazer parelha com um príncipe inglês ?
         Confesso que, relativamente a esta “estória” de definições, sou extremamente céptico.

         Não esquecerei nunca uma aula de História, ministrada por uma professora, também de Filosofia – naquele tempo as pessoas conseguiam saber de ambas as Ciências ( agora ? ! ) – que nos questionou sobre o conceito de “belo”.

         Citou Platão, imaginem! Logo para (re) questionar “se um cavalo era belo”. E “se uma mulher jovem era bela”?
         Confesso que, passados trinta e muitos anos, não mudaria a resposta que a turma inteira “deu a Platão” !
         Mas estou convicto, de que a resposta não seria a mesma, se a pergunta fosse feita por, qualquer fosse, um outro professor do mesmo Liceu.

         É que um pedido de definição, formulado por quem é, “a se”, exemplo da personificação do definendo, nunca pode ter uma resposta isenta.
         Todos os que pertencíamos à turma, nunca nos questionaríamos se uma mulher jovem era bela.
         E tão só porque, sabendo que a professora era jovem, quasi das nossas idades,  ... ... ... !
         Vem isto a propósito das perguntas feitas, numa entrevista, pelo Primeiro-ministro, acerca da credibilidade do seu desempenho.
         Basta olhar para o questionante, para adivinhar a resposta.
         Em casos destes, recordo sempre a pergunta da Dr.ª ..., a  ..., como nos referíamos à nossa “Pin-up”  escolar.
         Verdade que, nesse tempo, José Sócrates também era estudante, e num local que, mesmo sem A 23, não ficava muito longe de nós.
         Mas não foi aluno da ..., senão não fazia as  perguntas auto-justificativas que faz !
         E sabem ?
         Ela, já nesse tempo era militante, e minha correligionária no CDS !
         Ele era e seria – talvez até à morte de Sá Carneiro -, do . . . PPD ! ! !
        Talvez a diferença entre a eternidade do BELO, e o que brilha enquanto a luz lhe incide !  

quarta-feira, novembro 03, 2010

A Rábula do Ministro

Contaram-me que aconteceu hoje, no debate parlamentar no Palácio de S. Bento, em Lisboa, um caso insólito.
Confesso que ao ouvir a notícia, pensei tratar-se de mais uma “blague” do Carlos, meu amigo e colega desde os tempos do liceu.

Mas não era. Acabo de ouvir a reprodução nocturna, da maniqueísta ideia de mais um governante.

Convenhamos que já começa a aborrecer esta costumada, reiterada e absurda fantasia de que quem não está com o governo, não tem bons sentimentos.



Pois bem,

O ministro socialista, em causa, comparou a oposição – claro que o PSD, já que os outros nem lhe “passam cartuxo” –, a uma amante que, tendo combinado ceia num restaurante, se comporta de forma indigna, e sobretudo sobranceira.

Terá sido o caso de tal “oposição” ( que bela abstracção para significar o “alter ego”, que na realidade é o nosso verdadeiro – ou derradeiro -, “ego” ), que após encomendar o jantar que quis, ou deu a entender querer, e com receio de ser vista na nossa companhia, saiu “de mansinho”!

Claro que o medo, não era tanto ser vista pelo sócio, ou parceiro de tramóia – imagino que na alegoria usada seria o CDS -, mas “sacrificada” pelo público anónimo que assistisse à cena.

Falo, naturalmente, do Povo Português !



Mas esta “imagem ministerial” fez-me lembrar uma “estória” verdadeira.

Um casal de amigos meus, em pleno restaurante, jantar encomendado, viram-se na mesma situação.

Peço desculpa. Quem se viu foi o Zé. Que a Maria, de tanto medo ter do subordinado, fugiu a bom fugir, com medo de que algum popular os visse a partilhar a “premissa” da noite” !

Confesso que se tivesse acontecido comigo, me sentiria tão traído como Catroga, Santos, ou Coelho.

Mas também não tinha importância. Só sou amigo de quem quero e não é meu amigo quem o não merece ser.



SÓ QUE EU NÃO SOU GOVERNANTE !



Assim, será um caso, PAR (a) LAMENTAR ! ! !

quarta-feira, outubro 20, 2010

Afinal o que interessa é PORTUGAL !

Meu Caro Dr. Ribeiro e Castro:
Confesso que acreditei em si. Também já não era a primeira vez. E acredito que não tenha sido o único.

Eu explico.

Portugal, ao contrário do que muitos dizem, não está em nenhuma encruzilhada. Pelo contrário.
Nunca, desde há mais de oitenta anos, o nosso país foi tão apetecível de governar, como agora.
Apetecível, entenda-se, para quem queira abraçar um desígnio de restauração dos valores Pátrios. Para quem queira romper com a sujeição à Europa e ao socialismo dos negócios.

Confesso que nunca acreditei que o meu distinto dirigente, pudesse “romper” com a Europa. Seria contra-natura !
Mas acredite que sonhei que se atrevesse a defrontar essa gente que os domina.

Sim ! Porque afinal, o magno, supremo, o intransponível problema de Portugal, é o deficit.
Não é o que dizem ?

Ora,
Bastaria “apagar” a “inevitabilidade” ( ? !!! ) dos contratos assinados por Sócrates, para livrar o País de grande parte das faraónicas responsabilidades em que está enfeudado. Não é ?

Claro que, entre outras coisas, estar-me-á a chamar estúpido, para, simpaticamente me não apelidar de maoísta.

Agradeço que o não faça, porque nunca admirei Mao-Zé-Dong, nem me agrada que me atribuam a qualidade que Sócrates tem imposto a todos os portugueses.

Mas, e já agora, sempre lhe recordo – permita a ousadia –, que na Comissão Europeia haverá quem entenda a legitimidade de um Povo para anular as asneiras daqueles que se apropriaram dos seus destinos.

Lembro que há trinta e cinco anos, um Coronel de engenharia - com “curso” verdadeiro – também decidiu “obrigar” Portugal a acordos, que a Nação não tinha autorizado.

Pois, como bem sabe, Durão Barroso foi um dos muitos milhões que se opuseram ao cumprimento do devaneio louco do Primeiro-ministro de então – legítimo, note-se, ainda que à luz da “legitimidade revolucionária” -, que lançaria Portugal nas “garras” do Pacto de Varsóvia e do comunismo europeu.

Seguramente, o mesmo Senhor, hoje Presidente da Comissão Europeia, não irá estranhar que, em Portugal e na actualidade, outros lhe sigam o exemplo patriótico que então teve.

Porquê, então, o seu recuo ?
Anunciou, em Setembro, que a sua decisão estava dependente do desfecho de um assunto familiar, a ocorrer no início deste mês.

Se assim foi, e nada me faz crer o contrário, mais não tenho que me remeter ao silêncio, e desejar que Deus o ajude no que necessário seja. E, se me permite a ousadia, oferecer os préstimos que sei não ter, mas poderei inventar, se lhe forem úteis.
Mas, se acaso alguma razão assistir ao argumento, propalado pela comunicação social, de que não queria ( quereria ) aprofundar a divisão de eleitorado, devo dar-lhe os parabéns – a vingança serve-se a frio !

Na verdade,
No preciso momento em que as sondagens dão a vitória ao poeta – nós não andamos aqui há dois dias –, o sr. dr. sai da corrida !
Entendamo-nos, os cinquenta e pouco por cento de Cavaco Silva, neste momento, serão 50, se forem, no final de Outubro.
E ninguém duvide de que em Janeiro, se não tiver o apoio, ainda que implícito, de José Sócrates, não passará dos 45% !

Tenho por certo que, a não existir um candidato que represente a vontade dos Portugueses de mudar o rumo de Portugal, vamos assistir à segunda vitória de Manuel Alegre contra Soares.

Também ele vai ganhar numa segunda volta.

Aprendi, há muitos anos, que se a coragem não proteger os audazes, a timidez nunca ajudou os valorosos.

No momento que passa, apenas recordo a coragem de um Homem que, na França laica, republicana, socialista e não sei que mais, decidiu afrontar a herança do comunitário Delors.
Recorda o resultado, meu estimado amigo ?

Pois foi. Pela primeira vez, e contra todas as expectativas, a segunda volta das presidenciais não foi disputada com nenhum candidato de esquerda !

Mas, e não me leve a mal se erro, a sua vingança é perfeita !

Neste momento, no arco partidário de governo, só restam dois nomes para avançar.
E sabe que qualquer deles não hesitaria em sacrificar o “remanso” da vida partidária pelo País.

Mas também sabe, que Portugal não está pronto para aceitar Paulo Portas como Presidente, nem o PSD admitiria ver Santana Lopes pôr ordem na casa.

Fico feliz por, com o CDS, o PPD, outros partidos, e sobretudo os Portugueses, podermos avançar para a vitória sobre a esquerda.

Certamente já sabe o nome do Português que, há meses, se prontificou a avançar contra este estado calamitoso das coisas.

Sem o apoio dos partidos parlamentares não teria possibilidade de disputar a Presidência, ainda que a merecesse.
Agora, vamos ver !

Só desejo que o exemplo de Jean-Marie Le Pen frutifique em Portugal. E, desta vez, GANHE !

... tudo ou nada, o meio-termo é que não pode ser ...”, recorda ?

P. S. ( post scriptum, leia-se ! ):

Dizem os arautos da desgraça, que só em Maio poderá haver eleições para o Parlamento. Que seja !

Em 1926, também foi em Maio !

Afinal, o que interessa é PORTUGAL !

segunda-feira, agosto 16, 2010

Uniões de Facto – I ; Bonnie and Clyde

Segundo reza a comunicação social o senhor Presidente da República promulgou a lei das chamadas uniões de facto.


Como, em leis circunstanciais e oportunísticas, sou um zero à esquerda.

Diga-se, em abono da verdade, que já no tempo de miúdo, quando me punham a jogar pelo flanco esquerdo, era uma desgraça. Também é verdade que ao centro, até na baliza era fraco, para não dizer mau. Pelo outro lado, sempre corria e me esforçava. Mas meter a bola na baliza, era quase como o Cristiano Ronaldo: só com molho de tomate.

Mas bem,
Não entrando pela discussão sobre a questão de saber se as leis devem ser gerais e abstractas, e não “dirigidas” a uma pessoa concreta, ou a um grupo determinável ou identificável, sempre direi que o Senhor Presidente ERROU !

Digo-o, com o devido respeito que merece o Supremo Magistrado da Nação.

Mas com a mesma convicção com que ponho em causa decisões de Juízes Togados.

Mas também, e quando assim a minha consciência exige, em respeito pela verdade e cumprimento da lei, a Colectivos de Desembargadores que – e não tenho motivo algum para pensar que seja de outra forma -, decidiram de acordo com a sua consciência, mas obtendo diversa conclusão daquela que eu, na minha modéstia, julgava a mais acertada.

Não falando por mim – elogio em boca própria é vitupério -, saibam que não é invulgar, ver revogadas ou alteradas tão sábias decisões.

Pois bem,
Neste caso das uniões de facto, o Senhor Presidente errou !

E errou por defeito.
Deveria ter promovido um amplo consenso partidário,

Que abrangesse de António Seguro a Passos Coelho. Mas também daquele rapaz de óculos esquisitos – dos animais e não sei que mais -, o Pinto, a Mendes Bota, o deputado cantor - como ficou imortalizado no tempo do Primeiro-ministro Aníbal.

É que, sabem, para mim a “União de Factomais estável – se exceptuarmos a idílica ligação de Romeu e Julieta – foi a partilha de objectivos, esforços, sofrimentos, AMOR e, enfim, a Comunhão na Morte, de: Bonnie and Clyde !

Mas,
Não seria bonito ver, consagrado na lei, o direito à “União de Facto dos Partidos” ?

Evitava-se o triste espectáculo de, pela manhã, ver os parceiros de uma noite de angústia, ou idílico prazer, apresentarem-se “a solo”, contando a versão - que uma barba não aparada e um rímel mal retocado, desmentem até a um cego – das noites calmas que cada viveu em sua casa.

Acontece com as agremiações, como com os seres humanos individualizados.

Pura hipocrisia, essa de estar de manhã, vigília passada em branco, madrugada que não foi noite, nem chegou a ser dia, estar à porta dos respectivos escritórios e contar a “estória”, que sabemos ninguém acreditar, nem desmentir !

Desafio o mais pudico a desmentir-me.
Todos tivemos uma Maria e, creio que todas as Marias tenham tido o seu Zé !

Sou enfadonho, mas fiquei chocado com aquele pequeno-almoço de Zé Sócrates, com Passos Coelho.

Sobretudo por este. Que Sócrates já tinha treinado com Figo. Era, por isso, especialista em alta competição.

Também nos casais normais, assim é.
Ou o recém-marido, se frui da inexperiência da donzela, ou a “sabida” se aproveita da carência do pretendente !

Devia haver regras ! Conhecidas de todos. Escritas na lei !

O Presidente nada fez para isso !
Cavaco Silva, saberá porquê ! !
Talvez nunca vá haver pequenos almoços grátis ! ! !

quinta-feira, agosto 05, 2010

A CULPA é . . .

Por certo, já assistiram aos espectáculos de entrega dos Óscares.
Eu, ainda que na tv, já assisti a alguns, embora não seja assunto que me faça perder uma noite, a não ser que não consiga dormir por outra causa.
É que, no dia seguinte, haverá repetição.
Também neste caso, de que quero falar, há réplicas e tréplicas, até que julguem que já nos convenceram.
Mas retenho a expressão:
“the winner is” !


Tudo isto vem a propósito de um tempo de publicidade do (des) governo que temos, apresentado como entrevista.
O actor, foi o Senhor Secretário, de qualquer coisa, cargo que, por certo, justifica quanto lhe pagam no final do mês.
Mas como apareceu no “écran” o nome Franco, deve ser “boa pessoa” !
Vamos ao que interessa:

Factos e Respostas:

Os assaltos aumentam.
A culpa é dos criminosos, que andam em liberdade !

Os preços sobem.
A culpa é do custo de vida e da crise internacional !

Os incêndios destroem as matas.
A culpa é dos incendiários e dos donos dos terrenos !

Os hospitais fecham.
A culpa é da falta de médicos, que não querem trabalhar “de graça” !

Há poucos médicos.
A culpa é da Ordem e das Faculdades, que os não formam !

A população está cada vez mais na miséria.
A culpa é dos patrões, que pagam mal !

As empresas estão sem pagar as fortunas que o fisco quer extorquir.
São incompetentes ! Os “esforçados” funcionários dos impostos, merecem que os outros trabalhem para eles serem “nababos” !

O Procurador-Geral da República, e todo o sistema que dele depende, por hierarquia, não dá resposta aos problemas da criminalidade.

A culpa é dos Procuradores, que não aceitam a Verdade Suprema – Sócrates vai à Missa todos os dias, e é um exemplo para a Sociedade !


O Procurador-Geral da República, suscita dúvidas sobre a sua capacidade para o desempenho do cargo.
A culpa é, do primeiro-ministro que o indicou para o cargo !

O Primeiro-ministro é mais referido nas páginas de “malfeitores”, nos jornais, que alguma vez foi o “Zé do Telhado”.

A culpa é, do Presidente da República, que lhe deu posse !

O Presidente da República, não deu ainda por nada.

A culpa é,

N O S S A  !  !  !

quarta-feira, agosto 04, 2010

Alma Mater: Estou Confuso !

Alma Mater: Estou Confuso !

Estou Confuso !


Estou Confuso !

Confesso que estou confuso.

Talvez seja da idade; mas isso era muito triste.

Talvez seja do Verão; com o tempo passa !

Talvez seja, sei lá . . . fruto da época que vivemos !
Então não é que um processo, elaborado por uma das melhores polícias de investigação do mundo – e não o digo por, por lá terem passado, ou ainda estarem, alguns dos meus mais admirados colegas de curso -, deu em “águas de bacalhau” ?
Aliás, cumpre-me dizer, que a par desses contemporâneos, foi essa polícia dirigida por um Juiz que, para mim, como para muitos outros, foi exemplo de probidade em toda a sua carreira.

Disse rectidão, honestidade, integridade, virtude, porque são valores que lhe posso, como qualquer um que com ele tenha privado – como profissionalmente aconteceu comigo -, pode dar testemunho.

Não me atrevo a falar da competência profissional, que essa além de reconhecida pelos seus pares, e atestada pelas obras publicadas, é imanente aos múltiplos Acórdãos – Indiscutivelmente Doutos -, de que tem sido relator nos Tribunais Superiores.

Diga-se, em abono da verdade, que em corolário, até, das “simples” Sentenças que, enquanto Juiz Singular, proferia na Primeira Instância.

Para quem não saiba, ou esteja distraído, falo do senhor Juiz Conselheiro Doutor A. Santos Cabral.

O mesmo que não hesitou em sacrificar a carreira pessoal para desempenhar as funções na Polícia Judiciaria.

Sabem,
A minha confusão vem do facto de o suspeito José Sócrates ter vindo à televisão reclamar, não a sua inocência – QUE isso, SE FOSSE VERDADE, deveria fazer em TRIBUNAL ! -, mas que tinha “calado” os que o acusavam !

Disse  o suspeito, porque consta, e não foi desmentido – não podiam ! – que as autoridades judiciais inglesas o tiveram nessa qualidade.

E tanto quanto se sabe, não houve nenhuma decisão que o tenha ilibado. Quando muito, estão à espera de provas para o “levar a juízo”.

Mas suspeito, também, como resulta do recém divulgado processo, onde os Magistrados, titulares do mesmo, afirmam não o ter ouvido, por lhe não ter sido dado tempo para isso ( leia-se, porque é a verdade, TEREM SIDO IMPEDIDOS de o FAZER ! ).

Suspeito, ainda - porventura indiciado -, do mais vil crime que, em termos de cidadania, alguém pode cometer, logo a seguir a Traição à Pátria – Atentar contra o Estado Democrático. Foi o que transpareceu da suspeita, e correlativo início de processo, por parte dos Magistrados de Aveiro !

Como não hei-de estar confuso ?

O, ainda, Senhor Procurador-Geral da República, a par do Senhor Presidente do STJ, manda destruir as provas que implicam o suspeito, QUE POR ACASO, ou talvez não, ainda É Primeiro-ministro.

Demora, como deve processualmente, a ser executado o insano e despropositado dislate de tais magistrados – ainda hoje se conservam as actas da Inquisição, para que os historiadores as analisem, mas desta tramóia, NEM rasto pode ficar ! -, e com ameaças inauditas, é obrigada a destruição das provas.

Quando ?

Na mesma semana, ou a escassos dias, de o suspeito vir cantar vitória na tv.

Não passou uma mísera dezena de dias (os advogados e juristas percebem a referência) e, já se sabe que o processo está repleto de nulidades.

O cântico do suspeito, não foi mais que o canto do cisne !

Mas,

Estou confuso !
O homem em que votei, para os vigiar, que lhes deu posse, não diz nada ?

Sabem dele ?

Prefiro o outro !

Ao menos “anda por aí”, e por nós.

TEMOS É DE CHAMAR POR ELE !

e,

POR PORTUGAL !

E sabem ? Quando ele era Presidente do Conselho, o Director da Polícia Judiciaria era Santos Cabral.

Mas já agora, esta investigação parou quando o suspeito “assaltou o poder”, no golpe de estado de Sampaio, e demitiu o Juiz Conselheiro.

Porque terá sido ?

segunda-feira, agosto 02, 2010

Os Genéricos !

Parece que este governo decidiu baixar o preço dos medicamentos genéricos.

Seria uma boa ideia se tivesse viabilidade e produzisse efeitos.

Mas, e infelizmente, parece que é mais uma manobra do publicitário Sócrates, que ainda está no governo de Portugal, graças à incompetência e oportunismo de Cavaco Silva.

Mas aconselho:

O Senhor Presidente que nomeie Passos Coelho para Primeiro-ministro.

Fica mais barato que Sócrates.

É um genérico.

Faz o mesmo e custa menos !

Asneira por asneira, a mais barata !

terça-feira, julho 27, 2010

Google Notícias

Google Notícias: "– Enviado através da Barra de ferramentas do Google"

“IN DUBIO PRO REO”

“IN DUBIO PRO REO”

Há muitos anos, nos primórdios da década de oitenta do século passado, era “terceiranista” de Direito.

Pela praxe, não me recordo o que era, já que a minha ânsia de aprender, bebendo os ensinamentos dos Mestres ( leia-se LENTES, para destrinçar dos ”licenciados certificados”, que os governos socialistas, “à pala” do famigerado Processo de Bolonha, introduziram no actual sistema de ensino ) -. me obrigou a duplicar a frequência de dois dos anos curriculares.

Dizia que, nessa altura, tive oportunidade de conhecer um professor, assistente, que era um dos melhores, senão o melhor, especialistas em Processo Penal, na vertente de “barra dos tribunais”.

Não fora a “estória”, que vou contar, ter sido publicitada numa aula e omitiria o seu nome.

Mas como centenas de alunos a ouviram, e a título de mais que merecida homenagem, refiro que o distinto professor, causídico e, ainda hoje e para mim, exemplo do que deve ser um “advogado penal”, era o Dr. Tavares de Almeida.
Pois bem, contou ele, que numa certa audiência de julgamento, num processo-crime, relativo a alguns furtos, após a leitura da sentença, e na fase da alocução – como se dizia – o juiz explicava que o arguido não ia condenado, NÃO PORQUE O TRIBUNAL NÃO TIVESSE ficado “impressionado” com a culpabilidade do mesmo, mas em atenção a um princípio jurídico – “in dubio pro reo”.

Eis que, perante a pergunta ao arguido, recém ilibado, sobre se entendia e compreendia o significado do que acabava de ouvir, este, com ar jovial, responde:

- Sim Sr. Dr. Juiz. Vou em liberdade !

Mas só tenho uma dúvida. Essa coisa do pro reo, o que quer dizer ?

Posso ficar com as coisitas que gamei ?

Veio-me à memória este caso, por via de uma “boutade” – se eu fosse algum dos personagens de Herman José, diria asneirola, mas não sou ! – que o cidadão José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, usando da faculdade de ser Primeiro-ministro de Portugal, veio proferir nas televisões.

“Coitadinho”, tinha sido perseguido pela comunicação social.

Mas,

Esqueceu-se que quem “perseguiu” a sua actividade, foi a Justiça !

Como se esqueceu, OU QUER LUDIBRIAR OS PORTUGUESES, que não têm, nem têm obrigação de ter, conhecimentos jurídicos, que o processo começa agora, que acabou o “segredo de justiça” !

Assim como se esqueceu de justificar porque razão, um Magistrado, que com ele privara no seu internacional, e tristemente conhecido desempenho no “ ministério do ambiente”, foi CONDENADO por exercer pressões sobre os magistrados que investigavam este caso.
Agora que o processo é quase público – não se esqueça que . . . , não vem ao caso -, é que vamos saber a verdade.

Pergunto:

- José Sócrates é um criminoso, que até a Justiça Portuguesa manipula ?

À luz de certos” jornalistas/comentadores”, da sua área de influência, que costuma criticar Silvio Berlusconi e Nicolas Sarkozy, a resposta tem de ser afirmativa. Mas,
- Terá Sócrates perdido a influência suficiente para impedir que, por via da abertura da instrução, eventualmente promovida pelos ora acusados, se venha a saber a história toda ?

Nesse caso,
Perdeu a oportunidade soberana que Paulo Portas lhe deu de sair, com um mínimo de dignidade.
- Será que se esqueceu que, até hoje, só Soares meteu na cadeia os próprios colaboradores e se manteve na ribalta ?

Estou ansioso por saber quem é o “Rui Mateus” de Sócrates !

sábado, julho 24, 2010

A HONRA DA RAÇA



A HONRA DA RAÇA
A respeito de um pedido de regresso à Pátria
da
GUINÉ EQUATORIAL
“O navegador português Fernão do Pó, buscando um caminho para a Índia, é creditado como sendo o primeiro Europeu a descobrir a ilha de Bioko em 1472. Ele chamou de Formosa ("Beautiful"), mas rapidamente tomou o nome de seu descobridor Europeu. As ilhas de Fernando Pó e Annobón foram colonizadas por Portugal em 1474.

Em 1778, a ilha, ilhotas adjacentes e direitos comerciais para o continente entre os rios Ogoue e Níger foram cedidos para a Espanha em troca de território no continente americano (Tratado de El Pardo, entre Rainha Maria I de Portugal e do Rei Carlos III de Espanha).” ( citado e traduzido, “data venia”, From Wikipedia, the free encyclopedia ).
Meus amigos:
Cavaco Silva, que por acaso da História, e desgraça dos Portugueses, é Presidente da Répúvlica ( não sei em que língua comunitária se escreve assim, mas deve haver ) Portuguesa, talvez não tenha pensado no que acima citei.
Verdade que, segundo dizem, andou numa Escola Comercial e, porventura, aí se não ensinava História de Portugal.

Mas também não era suposto esse ser local de formação de Presidentes !

Que se especializou em Economia, no Reino de Sua Majestade ISABEL II, onde, calculo, se exprimia em inglês.

Que cumpriu o Serviço Militar em Moçambique.

Mas ir para África - a África que fala Português, e onde os homens e mulheres, com quem falou, são tão legítimos descendentes de nascidos no Portugal Continental quanto ele –, questionar a aceitabilidade de novos membros para a Comunidade de quem sente ser Português ?

Parece que o eternizado José Eduardo dos Santos explicou, já depois do Presidente da Nação peticionária se ter ausentado, que havia razões de respeito dos direitos humanos ( ou qualquer outra treta semelhante ), que implicavam um tempo de estudo, em relação ao pedido.

Confesso que concordo.
Mas o dito, ainda não provou ser democrata.
São “coisas” que demoram muito tempo !

Mas diz a comunicação social, que José Sócrates afinou pelo mesmo diapasão.
Está correcto, devemos respeitar o Primeiro-ministro que, sem nos governar, suga o Estado para todas as empresas a que se sente obrigado a entregar - mandando-nos pagar a nós -, contratos milionários que, amiúde os Tribunais declaram ilegais, quando não criminosos !

Bem, Sócrates também entendeu que era preciso haver “democracia”, no país candidato, para se decidir.
VERGONHA NACIONAL !

- O Presidente, não sabia que era um País, um Território, um Povo, que tendo origem Portuguesa, pedia acesso à comunidade dos seus pares.

NÃO PERCEBEU que era um POVO que “cedido” – É DURA A EXPRESSÃO - no Reinado de D. Maria I, a Espanha, vem “pedir”, para regressar ao convívio dos seus irmãos.

Mas vergonha também, quando o titular do cargo de Primeiro-ministro, da Alma Fundante da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, se esquece que só o é, em virtude de um “golpe de estado constitucional”, praticado por Jorge Sampaio.

E, assim, carece de legitimidade, porque obtida em dois sucessivos actos eleitorais, viciados na sua génese !

Como esquece o Presidente, que só o foi, por via do dito golpe de estado, que afastou o legítimo Presidente do Conselho, com o qual nunca passaria da mera memória de um Primeiro-ministro que capitulara.

E será vergonha nossa, quando, um dia, o povo de Olivença pedir ao mundo que lhe seja reconhecido o direito que tem – até à face das disposições do Direito Internacional -, de ser Português.

Se Cavaco Silva ainda for Presidente da República Portuguesa, que fará ?
Por certo, mandará o “seu” Primeiro-ministro responder, no escorreito “CASTALHANONEZ”, aprendido com Chavez :
“No te conhocemos” !
Pois,
“por cierto, nosostros, no sabemos también estos señores” !

Mas AMAMOS os de OLIVENÇA, e todos os que, tendo sido Portugueses, o queiram voltar a ser !

Ps: não consta, porque não é verdade, que nenhum dos povos europeus, perante os quais Sócrates e Cavaco se “metem de cócoras” – haja em vista a recente vergonha e humilhação na Polónia -, tenha alguma vez pertencido ao IMPÉRIO PORTUGUÊS !

Uma mera questão de História, que à semelhança da escola de Cavaco, também não constará do tristemente célebre computador Magalhães !





















sábado, julho 17, 2010

O Incompetente !

Conta-se que num reino distante, daqueles que José Cid cantou, havia um pajem incompetente.

Gerado no alvor do governo de um bastardo, jurara fidelidade ao usurpante.

Claro que o pretenso príncipe, “candidato” ao trono – como se os tronos fossem plebiscitáveis – se havia rodeado de lacaios, ainda jovens, para que um dia o servissem na tarefa de se assenhorear do trono.

Abrevio a história, porque sendo o epílogo trágico, não merecem os figurantes muitas linhas da minha pena, e menos ainda a paciência de quem as ler.

Pois bem,

Quando já “reformado”, das diabruras que fizera enquanto postulante, o falso príncipe foi repescar o pajem antigo, para que o auxiliasse na missão de se tornar SOBERANO ABSOLUTO !

Sim, ele próprio, durante dez longos anos, havia suportado um monarca anterior, a quem, com a humildade dos pretendentes, tudo suportara.

Chegara a HORA !

Estava tudo preparado.

Mas o passado não perdoa !



E o verdadeiro Príncipe, a quem ele atraiçoara, quando tomara o poder como Primeiro-ministro, continuava vivo e PRONTO A DEFENDER O SEU POVO !

Que raio, então em lugar de apoiar os que sempre tinham estado ao seu lado, quer naqueles negócios perigosos da banca, quer naquelas coisas que ninguém tinha nada de saber, o “diabo do príncipe”, ainda mexia ?

SIM !

Ele próprio “engolira sapos vivos”.

Verdade que era um “manga-de-alpaca”, formado numa escola técnica.

Mas subira na vida.

Até já fora Senhor Professor da Universidade !

Então o Saramago, também não tinha começado como serralheiro . . .

Mais uma desfeita, que o verdadeiro príncipe lhe fizera.

Por causa da justeza com que aquele “safado” actuava, quando, “inadvertidamente”, o tinha albergado no seu governo, via-se agora impedido de aparecer na queima simbólica do mito.

Na verdade, não fora assim por descuido, que suportara o “rapaz” no governo.

É que sem ele, nunca lá chegava.

Mas, quando pôde, pô-lo a milhas – , então, TINHA O PAJEM !

Aliás,

Todos sabiam que, por causa do dito, se tivera de humilhar, curvando-se perante um simples presidente de câmara, que o espezinhara numa refrega eleitoral antiga.

A ele, o Príncipe Ministro !

Mas assim, ambos correram com o Príncipe.

Estava morto e enterrado !

E para que não surgissem dúvidas, encarregara uma Duquesa, moribunda e desacreditada, de lhe “passar a certidão de óbito”.

Mas o Príncipe teimava em “mexer”. Qual animal eterno, não havia meio de o sentenciar.

SIMPLES,

Chama-se o pajem. Afinal,

É tão estúpido como o mestre, vende alma pelo mesmo, ou até menor preço, e ficou agrilhoado pela Duquesa, quando o “botou de fora” da “gaiola dourada” !

Simples e perfeito. Mas,

Plano próprio dos incapazes !

À “primeira cavadela”, o pajem tomou-se de amor com o inimigo, vá-se-lá saber porquê ?

Reminiscências do percurso do mestre ? Talvez !

E logo quando ele tentara proibir o acasalamento entre homens !

Era demais !

Todos os dias perorava em favor do “moço-de-fretes”, mas nada. Asneira atrás de asneira.

Eis senão quando, o antigo Ministro - Mor do Príncipe, num arrebatado acto de lucidez e patriotismo, explica como e porquê, a Coroa deve mudar de mãos.

Pois,

Aí o Pajem vem a terreiro, e numa bravata toma o partido do inimigo.

Mostrou o que era – INCOMPETENTE !



E AGORA ?

Resta a socrática “cixcuta” !

quinta-feira, julho 15, 2010

PENITÊNCIA



Eu, pecador me confesso !

 
Poderia começar assim o texto. Mas não.
Sou advogado há muitos anos. Já fiz um pouco de tudo o que a minha profissão exige.
Como imaginam, até fiz divórcios.
Inclusivé, evitei à mulher com quem casei, a necessidade de procurar um causídico que possibilitasse sufocar o amor que ainda lhe tenho.
Mas estou confuso.
Confesso que não percebo nada do novo direito de família.

Há poucos dias, um amigo disse-me que a filha se ia casar.
Naturalmente, dei-lhe os parabéns.
Qual quê, ia-me deitando o fogo !
Nunca vou ser avô”, disse-me com voz irada.
Já viste duas mulheres serem mães" ?

Confesso que tinha razão.
Duas mulheres, que vivam juntas, podem ser mães. Até as duas. Mas nunca serão mães do filho, uma da outra.
Logo não poderá haver laços de família, decorrentes da paternalidade, nomeadamente, entre os possíveis filhos de ambas.

Mas o que aqui me move, é outra coisa.

O recente casamento – porventura não se chama assim – entre José Sócrates e Pedro Coelho.
No meu tempo de miúdo, ninguém ousaria pensar em tal coisa.

MAS A LEI, parece, JÁ ACEITA !
Estranho, porque sendo um livre e desimpedido, o outro é casado !
Coisas da vida, em que nada tenho de me imiscuir.
Mas, como cada vez é mais normal, sobretudo num enlace apressado, sem que os noivos se possam conhecer, “deu para o torto”.

Mas, verdade, verdadinha, o problema está no padrinho.
Casamentos consanguíneos, raramente dão certo. Mas se impostos pelos padrinhos, nunca resultam bem.
E agora, pergunta-se.
Vai cada um para seu lado ?
Ficamos órfãos de pai e mãe; de dois pais; de duas mães ?

Não, meus amigos, cumpriu-se a lei.
O casal não se entendeu, e foi decretado o divórcio !
É triste ver um fim destes, logo numa família que tinha tanto futuro: no TGV, nas estradas, aeroportos e tudo onde tivéssemos de gastar dinheiro !

Só resta um consolo,
O “Juiz” que ditou a sentença, tem nome,
Chama-se Paulo Portas, já foi Ministro-de-Estado de Portugal, e agora mostrou porquê !

sexta-feira, julho 02, 2010

Pois, sou de Direita ! ( breve apontamento )

Há poucos dias em conversa com a Rosário, discutíamos qual era a diferença entre a “DIREITA” e, como ela diz, “o resto”.
Bem, tenho de esclarecer, alguém que nestas linhas procure discernir o que me vai na Alma, que sou CDS, desde o século passado – 1974 mais propriamente.
Como costumo dizer, sou CDS – “tout court”.
Mas, a única vez, salvo nos tempos de Liceu e Faculdade, em que me candidatei pelo Partido, chamava-se PARTIDO POPULAR, e a sigla era PP/CDS.
Pois, mudámos muito, para continuar a respeitar a nossa matriz !
Até Abril de 1975, tínhamos um acordo, digamos que era - porque era -, coligação com o PDC – Partido da Democracia Cristã.
Na sequência do 11 de Março - perdão tenho de dizer o ano, porque hoje, e felizmente, a maioria dos que compõem as fileiras do partido, são filhos e netos dos bravos que em 74 enfrentaram o comunismo em Portugal -, de 1975, o PDC foi afastado pelo MFA, de qualquer acto eleitoral.
Sozinho, o CDS lutou, denunciou e votou contra a constituição, aprovada pelos comunistas, socialistas e o grupo parlamentar, que hoje é o PSD !
Dito isto, e acrescentando que a Rosário é simpatizante de um Partido que ainda não obteve representação na Assembleia da República, mas que nada tem a ver com a esquerda PSD/PS, é fácil entender que as minhas “discussões” com ela, versem sobre assuntos importantes para Portugal.
O mais recente foi sobre a decisão do Governo de “vetar” a operação financeira, que visava tomar a posição de uma empresa portuguesa no Brasil.
COBARDEMENTE,
José Sócrates, terá usado dos poderes do Estado Português, para impedir a operação.
Cobarde, porque deveria, de forma antecipada, e AUTORITÁRIA – porque não ? -, ter feito anúncio público da decisão que ia tomar.
Assim toda a gente percebia que o “Moço de Espadas de Zapatero”, tinha resgatado a alforria.
Mas não !
Estamos num regime republicano, onde o Decano é o “sorvedor” Mário Soares.
Alguém viu Soares, reconhecido e humilde, PEDIR PERDÃO, pelo que ROUBA aos pobres e honrados PORTUGUESES, para manter o “FAUSTO” da sua associação de amigos, que dá o nome de Fundação ?

Pois,
Na conversa com a Rosário, chegámos à conclusão que pensamos o mesmo.
Que acima dos interesses dos capitalistas, estão os de Portugal ! ! !

Fiz a resenha da minha vida partidária, para que não digam que defendo as ideias daqueles a quem toda a vida combati.

Na verdade,
Sou nacionalista, de Direita, e do CDS !
Post-Scriptum :
Diz-me a Rosário, que posso contar com ela.
Pois é, não sei é se ela pode contar connosco ?


Comigo pode, queira ou não o CDS !
Primeiro está ... PORTUGAL !

terça-feira, junho 29, 2010

sábado, junho 26, 2010

ALERTA, MINHA GENTE !

Sei que muitos Distintos, que acidentalmente lêem o que escrevo, me vão chamar louco.
Problema deles !

O pior é que, com sua supina estupidez – desculpem mas a partir de hoje, porque O PAÍS MUDOU, vai ter de ser assim -, têm vindo a proporcionar vitórias aos socialistas em geral, e José Sócrates (quando quero, sei respeitar as pessoas - lá vem processo) , em particular.

Agora, descobriram que não votando . . .ganham ! ! ? ? ?
Talvez.
Sobretudo juízo. Já não é mau !
Pois bem,
Sócrates, ao contrário do que alguns pensam, é um exímio político.
De outro modo, já há muito estava apeado.
A atitude que tomou nas cerimónias, “ante-mortem”, que estão a dedicar a Soares – gosto mórbido adquirido com o evento Saramago -, não é de modo algum um ataque a Cavaco Silva.

Pelo contrário,
No dia em que Manuel Alegre, candidato do PS, iniciava, mais uma vez, a pré-campanha eleitoral, Sócrates estava ... imaginem ... ao lado de Soares !
É certo que criticando os que não gostavam de Camões. E,
Queria ele dizer, aquele que, enquanto seu antecessor, disse que os Lusíadas tinham quatro cantos ( se fossem Cantos, teria errado ! ).
Mas,
Aqueles que sabem, tristemente nunca aprendi, como se faz POLÍTICA - não politiquice, seja a passos de um qualquer Leporidae ou em Lições Dominicais – entendem a mensagem.
Nas próximas eleições presidenciais, com muito custo, sofrimento e até mágoa, Sócrates vai pedir o voto em Cavaco Silva !

A culpa não é dele, nunca foi !
Mas,

O mundo vai mudar entre o próximo Natal e o Ano Bom.

Como Grande Timoneiro, ele vai saber SUJEITAR-SE às Necessidades de Portugal ( já repararam que nunca fala em NAÇÃO ? ( talvez não saiba traduzir em Castelhanolhês, a língua que mais usa nos últimos tempos ).

P. S. - Post Scripum ( para não haver dúvidas ):
Este sonho “diabólico” tem por pressuposto que a Justiça Portuguesa vai continuar sem saber como se incrimina um Primeiro-ministro, apesar das mais que públicas evidências das suas atitudes.


E é apenas um aviso ao outro lado. Nós entendemos o que fazem !

quarta-feira, junho 23, 2010

Carta Aberta à Senhora (antiga) Deputada Manuela Moura Guedes.

Estimada e Sr.ª Dr.ª Manuela Moura Guedes:
Este que lhe escreve, é um cidadão que, nos exercício dos seus direitos, entendeu por bem ser candidato às eleições autárquicas, pelo Partido Popular – CDS/PP.
Perdoe que não recorde o ano, mas foi na mesma altura em que V. Excelência foi candidata à Assembleia da República, e felizmente ganhou.
Esclarecidos que estamos, quanto à identificação política que, necessariamente, tenho em relação a uma deputada do meu partido e a quem, como muitos outros, gostosamente, ajudei a eleger, passo a explicar a razão desta missiva.
V. Excelência parece que apresentou uma queixa-crime contra o sujeito que ocupa o lugar de Primeiro-ministro.
Digo sujeito porque, apesar do cargo que ocupa, continua a ser titular de direitos. Nomeadamente de personalidade, de imagem, sei lá que mais.
Vossa Excelência é, creio, jurista, e sabe melhor que eu quais os direitos que assistem ao dito cujo, José Sousa, assim como ao Primeiro-ministro, cargo que legitimamente ele exerce.
Dizia que, consta que apresentou queixa contra ele por difamação ( a fazer fé nas notícias ).
Não a imaginava capaz de tal.
Realmente sempre a tive na conta de uma pessoa que, além de ser de bem, era racional.
Permita que conte uma pequena história, que por não ser estória, vou sincopar e adulterar, por respeito ao interveniente.
No meu tempo de escola primária, tinha um colega de nome Vítor, que era ..., hoje chama-se débil mental.
Companheiro, como poucos, mas . . . NÃO SABIA O QUE DIZIA !
É verdade que nunca chegou a Primeiro-ministro.
Nem alguma vez lhe ofereceram o diploma de engenheiro, APESAR de fazer desenhos dignos de um Cargaleiro!
MAS,
Digo-lhe, do fundo do coração, se alguém fizesse uma denúncia contra o Victor – era assim que constava da Cédula Pessoal, que nem B. I. tinha -, eu apelidaria de lunática a essa pessoa.
Então ?
Querer responsabilizar um rapaz que, quando saía das aulas e lhe perguntavam se tinha feito os trabalhos de casa, respondia - “ao tempo” -, não é de pessoa sã e escorreita, como V. Excelência.
Esqueça o dito.
Perdoe-lhe.
Mas com uma condição.
Que vá fazer trabalho comunitário !
Sou egoísta e, por isso, rogo-lhe que o mande para um paraíso fiscal – desde que não seja na Região Autónoma da Madeira – para evitar mais dissabores a quem tem de o aturar aqui !
Fora de ironias,
José Sócrates não merece sequer um dos seus sorrisos amarelos, quando quer demonstrar desdém pelo assunto de que fala !
Perdoe-lhe e diga publicamente porquê.
Porque é MENTIROSO !
É que, sabe,
Logo de seguida, ele vai voltar à carga.
E, então, já é COMPULSIVO. Sempre pode ser internado !

Estimada e distinta Senhora,
Não leve a sério o que aqui escrevi.
O Victor era “tolinho” mas honesto.
Este, não sei se, ao menos, é tolinho !
Meus cumprimentos e desejos das maiores Felicidades Pessoais e Profissionais, mesmo que Sócrates não queira.
Post – scriptum:
sei que tem dez milhões de testemunhas das ofensas de Sócrates ao seu Bom Nome e Profissionalismo. Mas, se assim entender, estou à disposição.
A.Ferreira Pinto

segunda-feira, junho 21, 2010

AGORA VAMOS VER !

Há escassos dias, finou-se um indivíduo que escrevia, o que lhe apetecia, como queria, e disso gostava quem queria.


Aquando do seu “passamento”, respectiva tribo – o partido comunista -, e muito bem, juntou-se para lhe prestar tributo !

José Sócrates, de forma ignóbil, juntou a sua presença - enquanto Primeiro-ministro de Portugal -, a esse arraial partidário.

Para tanto,

Mandou e de imediato, um avião militar buscar os restos do indivíduo em causa que, por vontade própria ou desejo da última mulher vivia numa ilha privada em Espanha.



AGORA,

MORREU um militar português em Missão.

Em terras secularmente portuguesas.

Ao Serviço de Portugal e da nova Nação Irmã – TIMOR !

Publicamente, desafio o titular do cargo de Primeiro-ministro a honrar o mesmo, e estar presente nas HONRAS MILITARES que, por certo, serão prestadas ao Militar Português, perecido no desempenho da sua missão.

Se o não fizer,

Sou eu quem, desde já e publicamente, o apelido TRAIDOR ao Espírito Nacional.

Ir mostrar-se, pavonear-se, no velório de um comunista – sabe Deus quanta estima tenho por, e têm por mim, muitos comunistas – só para apainelar a contestação social que legitimamente os mesmos fazem ao descalabro da sua governação, por parte de Sócrates é, no mínimo, UM GESTO CANALHA !

Fazê-lo enquanto Primeiro-ministro, É HIPOCRISIA !

Usar para tais fins meios públicos é, no mínimo, para não configurar, desde já, situações de crime, ABUSO DE PODER !

Se não prestar MAIORES, Por Mais Devidas, HONRAS ao Militar, falecido EM NOME DE PORTUGAL, o Primeiro-ministro deve ser e de imediato, afastado por indignidade.

Por mim, na humildade de português anónimo, aqui presto a minha sentida homenagem a um Homem que deu a vida por Portugal.

E apresento à família enlutada os meus sentidos pêsames !

Repugna-me que o meus país ofereça casas, bens, meios para que uns nababos, mesmo depois de mortos, nos continuem a explorar.



E, quem sabe, se um dia, apenas um dia, do que todos nós pagamos para essa escória se banquetear, não custará mais caro que a pensão de sangue, que os familiares do militar falecido em missão haverão alguma vez de receber !

Volte dos Açores Senhor, ainda, Presidente, e mostre que não temos razão para querer outro !

quinta-feira, junho 17, 2010

O Senhor Deputado

O Senhor Deputado


Aqueles que me conhecem, sabem que nunca morri de amores pelo Partido Socialista.



É que sou do tempo - já lá vão tantos anos -, em que uma miúda, hoje prestes a sexagenária, debitava estridentemente, de um altifalante instalado sobre qualquer objecto que mexesse “vota ps”.



E, em simultâneo, uma horda de contratados, distribuía uns saquitos de plástico para as compras; com que os aumentos decretados pelos governos provisórios faziam equiparar os assalariados aos “latifundiários, capitalistas e outros exploradores “ (da classe operária, diga-se, baixinho).



Na época ninguém sabia e, ainda hoje eu próprio tenho dúvidas, de que o dinheiro para tais campanhas fosse oferecido pelos americanos, ou doado por fundos da Alemanha, que hoje nos cerca.



O partido Comunista já o dizia.

Mas isso, é outra gente.

Admiro-os.

Com esses, podemos discordar, bater-nos por ideias, escalpelizar os mais diversos temas da vida nacional.

Não chegamos a acordo, mas sabemos o que cada um pensa.

Com os comunistas, já ouvi dizer, que chegou a ser preciso assaltar-lhes as sedes para recuperar o que tinham “subvertido”, das herdades ocupadas.

Não sei se é verdade.

Sei que lhes assaltámos as sedes, para defesa do País, que eles nos assaltavam.

E que eles só nos não eliminaram, PORQUE NÃO DEIXÁMOS !

MAS eram Leais !

Os socialistas nunca foram !

Isto a propósito da sublime questão, que um emérito deputado do partido alapado no governo, colocou há uns dias publicamente.



Será decente, um Português, ou grupo deles, expor a sua Pátria, para julgamento internacional ?



Os que me conhecem, sabem o que penso do que Manuel Alegre fez com Portugal quando, em vez de desertar – gesto que, apesar de censurável, seria consequente com qualquer oposição à violência inerente ao uso de armas -, se aliou ao inimigo de PORTUGAL, e dos PORTUGUESES.



Ele sim, contribuiu, apesar da sua insignificância, para sujeitar o país, às vozes e “ bocas”, do mundo.



Isso é outra história, de que um dia, mais para o final do ano, vos hei-de falar.

Por hoje questiono-me,

Se os socialistas acharam reprovável que alguns deputados portugueses pedissem, nos órgãos próprios das instituições comunitárias, o julgamento dos desvarios de quem, por meios ínvios – sabe-se agora – se apropriou do poder em Portugal, que dizer de um senhor deputado, que leva a juízo, em Portugal o próprio Estado, que ele encarna ?



Já perceberam ?

Falo do indiciado Pedroso.

Não, não, é nada de negócios de sucatas.

Isso, quando muito, era com o Penedos.

Aliás, eu até estou em crer que, quando o meu Distinto Colega Paulo Penedos – por quem nutro a admiração que ele próprio merece -, se relacionou com a actividade de compra e venda de inertes, já foi com a intenção de saber o que devia fazer com os resíduos, quando chegasse a Secretario Geral do partido.

Não é gozo.

Não esqueçam que ele teve a coragem de desafiar Sócrates.

Pagou caro !



Este caso é muito sério !

Tem a ver com o Acusado de Pedofilia, pelas vítimas, entenda-se, Paulo Pedroso.

Um aparte,

Na vida profissional, sempre ouvi dizer que a polícia, os laboratórios, e até os tribunais, se podem enganar, mas as vítimas NÃO !



Pois bem,

O sujeito, não se dando por contente, por não ser levado a juízo – sabe-se lá porquê ? –, ainda queria mais uma reforma, além da que vai receber por ter passado estes anos a descansar no Parlamento, em lugar de cumprir pena numa cadeia.



Se tivesse vergonha, tinha saído, “de mansinho”, como fez o ministro de quem foi secretário.

Mas perdoem-lhe,

Ele só segue os exemplos do mestre,

Sócrates, que ainda é Primeiro-ministro, também julga que a JUSTIÇA, são unas casas, onde há-de “vender” uns Magalhones !



Será que não sabe que em Alcochete, se vende de tudo ?

Ou também vão pedir indemnização ?

quarta-feira, junho 09, 2010

PEDRO SANTANA LOPES à PRESIDÊNCIA !

                                   PEDRO SANTANA LOPES à PRESIDÊNCIA !

                                                                Manifesto !


10 de Junho de 2010

Dia de Portugal !
Um grupo de cidadãos preocupados com o caminho que o país vem tomando, em especial na última década, decidiu reunir esforços com vista a poder dar o seu contributo na busca de novo rumo para Portugal.

Só um novo Presidente pode trazer a esta República desgastada, o Espírito da Portugalidade que, há muito, lhe falta.

Em Portugal existem muitas pessoas capazes de exercer tal cargo.

Porém,

Umas, por feitio próprio, graças a Deus, a maioria,

Outras por interesses, e ainda,

Algumas por razões inconfessáveis,

Não estão dispostas a servir o País !

SANTANA LOPES, nunca recusou, nem recuou, no Serviço a Portugal !

Vamos apoiá-lo nesta caminhada !



POR PORTUGAL !


PEDRO SANTANA LOPES


PRESIDENTE


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segunda-feira, junho 07, 2010

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Futebol|LusoFans.com

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" Jacinto Nunes: "Agora sim, há mais vida para além do défice orçamental" - Economia - PUBLICO.PT economia.Publico.pt


Jacinto Nunes, economista O governador do Banco de Portugal, em 1983, diz que a actual crise é mais grave do que as anteriores e mostra-se preocupado com as soluções que estão a ser postas em prática pelas autoridades.".
         
        A mimha dúvida:

                            Senhor Professor:


Humildemente lhe peço que explique, porque não ensinou tal evidência ao sujeito que derrubou, por acto contra o Estado de Direito, o último governo legítimo de Portugal, no século XXI ?
É que todos os que lhe sucederam são produto de uma fraude !

Para ser simpático,

De um Golpe de Estado,

Desencadeado pelo PRÓPRIO PRESIDENTE !

Isto NÃO É CRIME ?