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Adriano Ferreira Pinto







segunda-feira, março 25, 2013


Sorte, … a dos Venezuelanos!

( Que alguém reze por nós ! ! ! )

 

Segundo parece, morreu o mais recente DITADOR das Américas.

Digo “segundo parece”, porque não há, ainda, a certeza de que os “chavistas” tenham “metido a viola no saco”; ou alguém lha tenha enfiado no devido sítio. 

É tão normal, na América latina, assim como na LATINA américa, que os tiranetes sejam admirados, suportados, e até aceites como libertadores; como é no mundo civilizado, que os mesmos sejam reconhecidos enquanto canalhas – que o são, ou foram -, que se impõe tolerar.

 

O Chavez, foi disso, o mais recente exemplo!

 

Candidato a sucessor das verborreias de Castro, imaginário continuador de Guevára, petulante descendente de Simón; não passava de um mero “che” – com minúsculas -, com quem o “Imperialismo Americano”, não estivera disposto a negociar.  

  Impotente para levar a êxito os intuitos megalómanos, não hesitou em lançar na miséria o seu povo, apesar das riquezas naturais do respectivo país.

Aliou-se, na Europa ocidental – enquanto era admoestado pelo Rei de Espanha -, a gente tão pouco recomendável como José Sócrates.

Assim como se uniu à democracia putiniana, a par da amizade energética com o ditador iraniano.

Claro que, de mão dada esse democrata – cujo nome é indizível, para gente decente -, que timoneia a Coreia do camarada Soares do PCP (refiro-me ao Bernardino, que o outro já vau reformado).

 

Pois bem.

O Chavez – sucessor para Sócrates, do “mon ami”, que Soares profanava quando se referia a Miterrand -, também foi “um amigo de Portugal”. Disseram-nos - ou sussurraram? -, os nossos actuais dirigentes !

Confesso que, à parte daquela caricatura em que Sócrates, chefe do governo (?), com ele se pavoneou num carro - ao que se disse, do estado português -, pelo dito conduzido, nunca se soube que o finado alguma coisa tenha feito por Portugal, ou pelos portugueses. Talvez as nacionalizações dos bens dos emigrantes lusos, na Venezuela que haviam construído; AO CONTRÁRIO dos chavescos! 

 

Diz-se, nalgumas terras lusas, que: Deus os fez, Deus os juntou. Parece que sim!

Quis o infortúnio que o ditador da Venezuela, e candidato a “comandante” do continente sul-americano, “se tenha ido”, antes do seu “compadre” europeu ter tido tempo de levar às Américas, a ciência da sua nova patroa farmacêutica.

 

SORTE !

 

Quem fez a guerra em África - contra os actuais predadores dessa fenomenal e querida terra -, bem sabe que dar um medicamento a um moribundo, era o mesmo que erguer estátua ao feiticeiro da região.  

O camarada José Sousa, não podia arriscar. Chegou tarde !

Mais não podia fazer !

Por certo a culpa foi dos Portugueses; que o não libertaram das tarefas governativas seis anos antes !

 

Confesso,

Como cristão, fiz o mesmo que muitos católicos – pedi a Deus que o acolhesse no Seu Seio;

Como português, lastimei que tivesse “seguido sozinho”.

Afinal, com tantos amigos neste nosso torrão, não se justificava “entrar na barca”, “a solo”.

 

Mas pronto, a vida e a morte são mesmo assim.

 

 Os venezuelanos estão de parabéns,

Chavez, não volta !

Mas …

Sócrates está na R T P !!! ??

 ( Alguém reze por nós ! ! ! )