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Adriano Ferreira Pinto







segunda-feira, maio 17, 2010

O Espantalho !

Na minha terra, como em muitas outras da província, creio, havia um espantalho.
Era assim como que um homem, sem ser homem !
Um boneco feito de palha, mas com fato de homem.
Com os braços abertos, bem, eram paus que lhe púnhamos, porque sendo boneco, não tinha força para se manter de pé, quanto mais abrir os braços !

A missão do dito espantalho era afastar a “passarada” que amiúde, e na época própria, mas menos apropriada, vinha debicar naquilo que tínhamos semeado ou plantado.

Já nessa altura ficava caro construir um espantalho.

E mantê-lo, não era para qualquer um.
Com o tempo estragava-se !

Houve casos, em que a própria passarada chegou a fazer pouco dos espantalhos e, imaginem, até as necessidades deixava, mesmo de cima do corocuto das respectivas cabeças.
Uma vergonha ! ! !

Um espantalho que apenas servia para a “passarada” se aliviar ! 

Este vosso pobre escriba ousou, uma vez, dar cabo do “boneco de palha”, que tanto trabalho lhe havia dado a fazer. 

Mas, senhores, não é que meu pai aproveitou o ensejo para me dar a maior lição da minha vida ?

Os espantalhos custam dinheiro !

Trocá-los, custa ainda mais.

E, quando não prestam, são só eles que ficam “borrados” !

Por pensar nisto,

Vou pedir a alguém, que aconselhe Paulo Portas, a só apoiar novo candidato à presidência, lá depois do Outono,

A passarada, nessa altura,  já deve ter migrado !

RECADO para a M I A !

Amar é por vezes ter de dizer que nos magoaram !


E quantas mais, avisar que estão a magoar quem nós gostamos !

O difícil é perceber se apenas protegemos a pessoa de que desejamos, ou apenas “defendemos” o “nosso amor”.

Tenho medo que fosse o meu ego que estivesse a defender.

Não creio !

O futuro dirá.

Nunca pude, consigo ir ver o mar, ainda que lá estivesse estado tão perto !

Mas sonhei com as ondas . . .

Partidas que o destino prega !

Mas sabias que eu era um duro!

Daqueles que olham um amor recusado, com a mesma cobardia que encaram a morte.

Fazem vénia, e deixam passar incólume, para não lhe causarem estrago.

Mas ninguém esquece tais momentos !

Até porque, pelo menos a morte, nos vai defrontar mais alguma vez.

E pode suceder que dessa, nós aceitemos acasalar com ela !

Beijo !

                                Adri.