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Adriano Ferreira Pinto







sexta-feira, novembro 12, 2010

O Senhor dos Pas (ç) sos ! I I




O Senhor dos Pas (ç) sos !
I I




Há muito que se questiona a natureza humana.

Rousseau é – era no meu tempo, mas confesso que estou desactualizado – o paradigma do estudioso sobre tal tema.

Camus foi – para mim – quem melhor sintetizou a dúvida que assiste a cada um na sua existência.

Sim, é verdade, também eu fui – acaso continuo a ser -, existencialista.

De todo o modo não esqueço “La bête humaine”.

Mas,
Não é disso que quero falar. Sem menosprezar o tema, gostava de trazer à colação uma dúvida que me tem assolado nos últimos tempos.

Acaso estarão a pensar que, se não for um narciso empedernido, sou caso de tratamento psiquiátrico.



Na verdade,

era no meu tempo; para mim; também eu fui”,

São expressões que, a não denotarem um egocentrismo exacerbado, são indício de perturbação mental.

Eu me confesso:
Gostava de ser o centro do mundo. De ter poder. De ser tão forte como os mais fortes. De mandar tanto, para poder mandar mais, como os mais poderosos !

Mas também, como pecador me confesso, não seria capaz de corrigir o mundo.

De uma coisa podem ficar certos, jamais aceitaria ser lacaio de quem estivesse a subjugar o meu povo.

Essa a divergência entre mim e Pedro Passos Coelho !

Se alguma vez, algum tempo, ou ainda hoje, me revejo no Meursault de Camus, tal não significa que me alheie do destino de milhões de portugueses que, como eu, sobrevivem na sua própria Pátria, saqueada por Sócrates, Soares e outros que tais.

NÃO, não estou a dizer que Sócrates – não o filósofo, grego, para não haver dúvidas -, ou Soares - presidente que nos calhou na rifa da manutenção do jovem Cavaco Silva na chefia do governo -, se tenham alguma vez locupletado à custa do Orçamento do Estado Português.

Quanto ao primeiro, QUERO afirmar que os tribunais nada encontraram que o associasse a esse crime de que acusam um sujeito que “dizem” ser seu parente.

Mas, e em relação ao segundo, cumpre dizer que a Fundação, a que modestamente deu o próprio nome - não fora os vindouros esquecerem a garbosa obra de destruição da Nação (não ficava bem aqui falar de Império), pela qual o Ministro da Iª República, Dr. João Soares, tanto se batera –, presta inestimosos serviços a Portugal no domínio das relações com os países que falam português.

Aliás,
Estou certo de que sem tal colaboração, nunca os ignotos Portugueses da Metrópole – desculpem, mas é “provocatio” – poderiam ter boas relações com os irmãos de África, do Brasil ou da Oceânia. E muito menos com os descendentes que têm no “continente” Indiano, tão aprazível para o “Velho Soba” passear em cima de um elefante.

Permitam que, aqui humildemente reconheça, que os “defensores dos animais” têm razão:

              enfrentar um touro faz quem sabe, não tem medo, e é “criminoso”.


Pôr-se em cima de um elefante ou uma tartaruga, só Soares sabe fazer !

Mas não é destas duas espécies, uma em vias de extinção, e a outra já só recordada nas viagens ao museu das recordações do Partido comunista, a que dignamente pertenceu, que vos queria falar.

Refiro-me ao já proto- sáurio, Coelho.

O dito cujo, “enfant” da escola cavaquista, não aprendeu a lição.

Não resisto a contar, a trazer à vossa paciência, a revolta que senti, vão passados vinte e cinco longos anos, quando assisti ao despudor da “maralha cavaquista” – “a jota é demais” – a invadir as ruas que tinham sido conquistadas pela, então, JCDS e Juventude Monárquica.

O resultado está à vista: DESTRUIRAM o PAÍS !


Mas, como chegou tarde ao “repasto”, o dito Coelho – e nada tenho contra o facto de um humano ter nome de animal doméstico, já que sou pinto -, pretendeu aceder aos PAÇOS !
Pronto, já perceberam. Não é nenhuma alegoria.

Referia-me ao senhor dos Pas (ç) sos, de . . . Cavaco Silva !

Não sendo Cartesiano, questiono-me: mas quem é o Mestre ?

Confesso que não sei.

Mas, como católico, e para aqueles que comigo partilham a mesma Fé – sem blasfémia -, digo, perguntem ao . . .
                           Espírito Santo !

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