A HONRA DA RAÇA
A respeito de um pedido de regresso à Pátria
da
Em 1778, a ilha, ilhotas adjacentes e direitos comerciais para o continente entre os rios Ogoue e Níger foram cedidos para a Espanha em troca de território no continente americano (Tratado de El Pardo, entre Rainha Maria I de Portugal e do Rei Carlos III de Espanha).” ( citado e traduzido, “data venia”, From Wikipedia, the free encyclopedia ).
Meus amigos:
Cavaco Silva, que por acaso da História, e desgraça dos Portugueses, é Presidente da Répúvlica ( não sei em que língua comunitária se escreve assim, mas deve haver ) Portuguesa, talvez não tenha pensado no que acima citei.
Verdade que, segundo dizem, andou numa Escola Comercial e, porventura, aí se não ensinava História de Portugal.
Mas também não era suposto esse ser local de formação de Presidentes !
Que se especializou em Economia, no Reino de Sua Majestade ISABEL II, onde, calculo, se exprimia em inglês.
Que cumpriu o Serviço Militar em Moçambique.
Mas ir para África - a África que fala Português, e onde os homens e mulheres, com quem falou, são tão legítimos descendentes de nascidos no Portugal Continental quanto ele –, questionar a aceitabilidade de novos membros para a Comunidade de quem sente ser Português ?
Parece que o eternizado José Eduardo dos Santos explicou, já depois do Presidente da Nação peticionária se ter ausentado, que havia razões de respeito dos direitos humanos ( ou qualquer outra treta semelhante ), que implicavam um tempo de estudo, em relação ao pedido.
Confesso que concordo.
Mas o dito, ainda não provou ser democrata.
São “coisas” que demoram muito tempo !
Mas diz a comunicação social, que José Sócrates afinou pelo mesmo diapasão.
Está correcto, devemos respeitar o Primeiro-ministro que, sem nos governar, suga o Estado para todas as empresas a que se sente obrigado a entregar - mandando-nos pagar a nós -, contratos milionários que, amiúde os Tribunais declaram ilegais, quando não criminosos !
Bem, Sócrates também entendeu que era preciso haver “democracia”, no país candidato, para se decidir.
- O Presidente, não sabia que era um País, um Território, um Povo, que tendo origem Portuguesa, pedia acesso à comunidade dos seus pares.
NÃO PERCEBEU que era um POVO que “cedido” – É DURA A EXPRESSÃO - no Reinado de D. Maria I, a Espanha, vem “pedir”, para regressar ao convívio dos seus irmãos.
Mas vergonha também, quando o titular do cargo de Primeiro-ministro, da Alma Fundante da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, se esquece que só o é, em virtude de um “golpe de estado constitucional”, praticado por Jorge Sampaio.
E, assim, carece de legitimidade, porque obtida em dois sucessivos actos eleitorais, viciados na sua génese !
Como esquece o Presidente, que só o foi, por via do dito golpe de estado, que afastou o legítimo Presidente do Conselho, com o qual nunca passaria da mera memória de um Primeiro-ministro que capitulara.
E será vergonha nossa, quando, um dia, o povo de Olivença pedir ao mundo que lhe seja reconhecido o direito que tem – até à face das disposições do Direito Internacional -, de ser Português.
Se Cavaco Silva ainda for Presidente da República Portuguesa, que fará ?
Por certo, mandará o “seu” Primeiro-ministro responder, no escorreito “CASTALHANONEZ”, aprendido com Chavez :
“por cierto, nosostros, no sabemos también estos señores” !
Mas AMAMOS os de OLIVENÇA, e todos os que, tendo sido Portugueses, o queiram voltar a ser !
Ps: não consta, porque não é verdade, que nenhum dos povos europeus, perante os quais Sócrates e Cavaco se “metem de cócoras” – haja em vista a recente vergonha e humilhação na Polónia -, tenha alguma vez pertencido ao IMPÉRIO PORTUGUÊS !
Uma mera questão de História, que à semelhança da escola de Cavaco, também não constará do tristemente célebre computador Magalhães !
GUINÉ EQUATORIAL
“O navegador português Fernão do Pó, buscando um caminho para a Índia, é creditado como sendo o primeiro Europeu a descobrir a ilha de Bioko em 1472. Ele chamou de Formosa ("Beautiful"), mas rapidamente tomou o nome de seu descobridor Europeu. As ilhas de Fernando Pó e Annobón foram colonizadas por Portugal em 1474. Em 1778, a ilha, ilhotas adjacentes e direitos comerciais para o continente entre os rios Ogoue e Níger foram cedidos para a Espanha em troca de território no continente americano (Tratado de El Pardo, entre Rainha Maria I de Portugal e do Rei Carlos III de Espanha).” ( citado e traduzido, “data venia”, From Wikipedia, the free encyclopedia ).
Meus amigos:
Cavaco Silva, que por acaso da História, e desgraça dos Portugueses, é Presidente da Répúvlica ( não sei em que língua comunitária se escreve assim, mas deve haver ) Portuguesa, talvez não tenha pensado no que acima citei.
Verdade que, segundo dizem, andou numa Escola Comercial e, porventura, aí se não ensinava História de Portugal.
Mas também não era suposto esse ser local de formação de Presidentes !
Que se especializou em Economia, no Reino de Sua Majestade ISABEL II, onde, calculo, se exprimia em inglês.
Que cumpriu o Serviço Militar em Moçambique.
Mas ir para África - a África que fala Português, e onde os homens e mulheres, com quem falou, são tão legítimos descendentes de nascidos no Portugal Continental quanto ele –, questionar a aceitabilidade de novos membros para a Comunidade de quem sente ser Português ?
Parece que o eternizado José Eduardo dos Santos explicou, já depois do Presidente da Nação peticionária se ter ausentado, que havia razões de respeito dos direitos humanos ( ou qualquer outra treta semelhante ), que implicavam um tempo de estudo, em relação ao pedido.
Confesso que concordo.
Mas o dito, ainda não provou ser democrata.
São “coisas” que demoram muito tempo !
Mas diz a comunicação social, que José Sócrates afinou pelo mesmo diapasão.
Está correcto, devemos respeitar o Primeiro-ministro que, sem nos governar, suga o Estado para todas as empresas a que se sente obrigado a entregar - mandando-nos pagar a nós -, contratos milionários que, amiúde os Tribunais declaram ilegais, quando não criminosos !
Bem, Sócrates também entendeu que era preciso haver “democracia”, no país candidato, para se decidir.
VERGONHA NACIONAL !
NÃO PERCEBEU que era um POVO que “cedido” – É DURA A EXPRESSÃO - no Reinado de D. Maria I, a Espanha, vem “pedir”, para regressar ao convívio dos seus irmãos.
Mas vergonha também, quando o titular do cargo de Primeiro-ministro, da Alma Fundante da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, se esquece que só o é, em virtude de um “golpe de estado constitucional”, praticado por Jorge Sampaio.
E, assim, carece de legitimidade, porque obtida em dois sucessivos actos eleitorais, viciados na sua génese !
Como esquece o Presidente, que só o foi, por via do dito golpe de estado, que afastou o legítimo Presidente do Conselho, com o qual nunca passaria da mera memória de um Primeiro-ministro que capitulara.
E será vergonha nossa, quando, um dia, o povo de Olivença pedir ao mundo que lhe seja reconhecido o direito que tem – até à face das disposições do Direito Internacional -, de ser Português.
Se Cavaco Silva ainda for Presidente da República Portuguesa, que fará ?
Por certo, mandará o “seu” Primeiro-ministro responder, no escorreito “CASTALHANONEZ”, aprendido com Chavez :
“No te conhocemos” !
Pois, “por cierto, nosostros, no sabemos también estos señores” !
Mas AMAMOS os de OLIVENÇA, e todos os que, tendo sido Portugueses, o queiram voltar a ser !
Ps: não consta, porque não é verdade, que nenhum dos povos europeus, perante os quais Sócrates e Cavaco se “metem de cócoras” – haja em vista a recente vergonha e humilhação na Polónia -, tenha alguma vez pertencido ao IMPÉRIO PORTUGUÊS !
Uma mera questão de História, que à semelhança da escola de Cavaco, também não constará do tristemente célebre computador Magalhães !
