Querem ajudar-me nas questões que aqui deixo? Obrigado.

O Meu Depoimento:





Aos meus Amigos, que por gentileza, curiosidade, ou simplesmente para me sindicarem, tenham o incómodo de me visitar, eu procuro recompensar com os modestos textos que aqui trago.





Aos AMIGOS: deixo um pouco de mim.



Uns e outros, estão convidados a dizer de "sua justiça".



Obrigado pela visita!





Adriano Ferreira Pinto







quinta-feira, maio 13, 2010

SUA IMINÊNCIA !

 
SUA IMINÊNCIA

 
Confesso que me sinto lisonjeado por o meu país ter um Primeiro-Ministro que é recebido pelo PAPA.
É sempre bom saber que aqueles que nos governam, mesmo contra nossa vontade, como é o caso, são recebidos por quem, por vontade de Deus, “governa” o Mundo Cristão em geral – mesmo que muitos, o contrário afirmem -, e o Católico em particular.
Porém,
É triste saber, que um chefe de governo, ou que o deveria ser, ignora o Protocolo de Estado, e transforma uma audiência de Suprema Importância, num acontecimento trivial.

O cidadão Sócrates, chefe do governo, em função dos votos dos portugueses e por vontade do Presidente da República, dirigiu-se, NA QUALIDADE de PRIMEIRO-MINISTRO DE PORTUGAL, à Nunciatura em Lisboa, para ser recebido por um Chefe de Estado Estrangeiro !

Pior, pior, só imagino se o mesmo Pinto de Sousa – creio que é o apelido do sujeito que ocupa tão alto cargo – tivesse exigido que o mesmo Chefe de Estado visitante, fosse ao Largo do Rato, para que ambos pudessem “trocar impressões”, sob a égide protecção de Francisco Assis – o qual, que eu saiba, nada tem a ver com o Santo homónimo.

Ainda recentemente, na humilde pacatez dos meus escritos, recordei a Postura de Estado que o Doutor Salazar tomou, aquando da única visita do Santo Padre Paulo VI, a Portugal.

Bem, mas ... Salazar era um estadista, responder-me-ão alguns !

Sim, é verdade.

Este é só Primeiro-ministro !

E, pelo que se vê, nem isso sabe ser !

Curioso,
Ainda hoje ouvi que Paulo VI, “ignorando Salazar, se dirigira a Fátima, aterrando em Monte Real, e não passando por Lisboa”.

Ou é simples ignorância, ou o/a jornalista que escreveu a peça andou nas Novas Oportunidades Socráticas !

Monte Real era, à época, e julgo que ainda é, uma base militar.

Algum avião, ou outro aparelho que fosse, poderia aterrar numa base militar, SEM CONHECIMENTO do LEGÍTIMO GOVERNO de PORTUGAL ?

Eu, apesar de então ainda ser um miúdo, recordo as entrevistas que o piloto que conduziu sua Santidade ao nosso país deu à comunicação social.

Não, meus pacientes leitores.

Salazar era Presidente do Conselho de Portugal. I. é, Chefe do Governo !

Como tal, sabia conduzir a Política Portuguesa, de acordo com os interesses do país, e sem ofender Estados Estrangeiros, e muito menos a Santa Sé, apesar do agravo feito a Portugal.

Ora,
Bento XVI, ao contrário do que se propagandeia, além de muito culto, tem um fino e subtil recorte diplomático.

Ao chegar a terras Lusas, citou Sua Eminência, o saudoso Cardeal António G. Cerejeira.

Pena que não tenha sido Oliveira Salazar a recebê-lo !

Mas que interessa,

Tivemos uma Iminência a fazer as “honras da casa” !

Ai !

E se em vez de Sócrates se chamasse Platão ? ! ! !

terça-feira, maio 11, 2010

A
Visita
do
PAPA

(Permitam que diga que não gosto do termo Papal. Soa a algo vindo de quem, por via fonética, pretende desvalorizar o acontecimento.)


Gostaria de deixar claro que nada me move quanto à visita a Portugal do chefe de Estado do Vaticano.

Do mesmo modo, que nada tenho a contender com a vinda do CHEFE, como muitas vezes se diz, da Igreja Católica, ao nosso país.

É uma questão que apenas diz respeito aos governantes, que o convidaram, e aos eclesiásticos da referida Igreja, que lhe reconhecem a tutoria, a que mais ninguém é obrigado.

Como cidadão, nada tenho a ver com o facto de o Presidente da República do meu pais – em quem votei -, ter convidado, recebido e saudado, com as devidas honras, um Chefe de Estado Estrangeiro.

Como cidadão, repito, nada tenho a ver com o facto de o primeiro-ministro do meu país – em que não votei -, vá, segundo consta, ser recebido amanhã na Nunciatura, pelo Chefe de Estado do Vaticano, como, segundo o próprio, aconteceria com qualquer outro líder religioso .

São coisas de que não quero saber, porque me não dizem respeito e, de todo, me não interessam.


Porém,
E coisa muito diferente, é suceder que o Chefe de Estado do Vaticano e o CHEFE da Igreja Católica que, respectivamente, foi recebido por Cavaco Silva, em nome de Portugal e receberá José Sócrates, pela parte do governo, seja a mesma pessoa que, pela minha Fé, preceito da Religião que abraço, verdade em que acredito, é o sucessor vivo de Pedro,

O Apóstolo/discípulo, em quem Cristo – para mim e para aqueles que não são tolhidos pela incredulidade -, Filho de Deus, confiou a missão de construir a Sua Igreja

A vinda a Portugal do sucessor de São – não haja medo das palavras – Pedro, não pode revestir o carácter de uma mera Visita de Estado, ainda que também o seja.

Se assim fosse, Bento XVI, deveria ser acolhido do mesmo modo como foi Arafat, Clinton, Kadafi ou Chávez, este com a vantagem de ser amigo fiel de Sócrates e por isso merecedor de passadeira vermelha na PT, na Galp e em tudo o “soe” a negócio.

Não, meus queridos confidentes !

Para mim, pelo menos, mas também para todos os baptizados, Bento XVI não é mais um líder, que visita o nosso país.

Tão-pouco se resume a um Chefe de Estado que recebemos e, todos os Católicos e quase todos os Cristãos, acolhemos em fraterna unidade.

A um Chefe de Estado – mesmo que do Vaticano -, pode ser vedada a entrada em qualquer país.

Não querendo fazer excursos pelos inúmeros países subjugados ao socialismo, onde ao Vaticano era - e é - interdito o acesso, para impedir os respectivos povos de livremente praticarem o culto da Fé Cristã, sinto-me obrigado a lembrar que ao Chefe daquele Estado também foi vedado o acesso a Terras de Santa Maria.

Por motivos, que ora se não cura tratar, por serem sobejamente sabidos, ainda que muitas vezes mal conhecidos, em determinado período histórico, mais concretamente na década de sessenta, e até na de setenta, a Santa Sé não cuidou de acautelar a causa dos Portugueses.

Daqueles que, pelo mundo, em razão da sua Fé, tinham visto tombar os mais Ilustres Filhos, a par do povo humilde que no mesmo ideal os acompanhava.

Salazar, reconhecidamente católico e concordatário, mas Presidente do Conselho, não podia consentir a afronta a Portugal, da visita de um Chefe de Estado, que pactuava com os inimigos do país.

Por isso,
Paulo VI, Chefe de Estado do Vaticano, não foi recebido na capital, aquando da sua visita a Terras Lusas.

Mas,
O mesmo Salazar, enquanto fiel, dirigiu-se a Fátima, onde recebeu o Santo Padre, da Igreja, cuja Fé professava.

Outros tempos, dirão alguns, perante o espectáculo de agnósticos, ateus, e até anticlericais primários, a genuflectirem perante o “Chefe de Estado”, em quem não vêem, nem reconhecem o significado, as alvas vestes que “despudoradamente exibe”.

Sem qualquer intenção, reparo no encontro ocorrido hoje entre dois Professores.


O nosso conhecido economista, Cavaco Silva e o Filósofo, Teólogo e Doutrinador alemão, Ratzinger.

Ambos Chefes de Estado. Mas,

No primeiro votei.

Ao segundo obedeço !

Por isso, e retomando o título que dei ao texto, se o meu país está a receber a visita do Professor Ratzinger, que é Chefe de Estado do Vaticano, o Meu Povo , acolhe a:

VINDA
de
BENTO XVI.


Que DEUS o GUARDE,

SANTO PADRE !

domingo, maio 09, 2010

PARABÉNS

ao

Sport Lisboa e Benfica



Vão lá anos que um ministro de Portugal disse que só não mudava de ideias quem era “burro”.

Tenho de confessar que mudei de ideias quanto ao SLB, ao longo do Campeonato Nacional que hoje terminou, independentemente do epílogo que o mesmo venha a ter.

Desde há muito que o SLB, vulgo Benfica, era apontado como um clube “falido” e sem quaisquer perspectivas de futuro.

Venda em “praça pública”, por incumprimento das obrigações assumidas, como vaticinavam os jornais no passado Verão.

Os mesmos que explicavam, em Junho/Julho do ano passado, as consequências de tal incumprimento, a que aquela agremiação se sujeitava.

Os mesmos que, se a memória me não trai, nos primeiros dias de Setembro, asseguravam que o dito clube não tinha satisfeito as obrigações a que estava vinculado e, em último caso, poderiam/deveriam ter efeitos catastróficos. Leia-se a extinção do mesmo.

Mas,

Tinha obrigação de saber, ou imaginar, que, juridicamente, os jornalistas são uns ignorantes.

E que, em contrapartida, o sr. Vieira, ao que dizem o responsável pelo “milagreda luz – e eu que pensava que “isso de luz” era com as REN, EDP, PT, sei lá, a família Penedos e Lus Figo, enfim – era um mestre capaz de desmentir qualquer jurisconsulto encartado.

Claro que para tal, mesmo o Vieira do Alverca, com a “tarimba” do Porto, se tinha de proteger.

Claro !

Submeteu-se ao Jesus, do Braga !

Não é blasfémia !

Este Jesus nada tem de sacro.

É apenas um mercenário – no sentido de quem vende o seu saber ao clube que lhe paga, claro ! -, o mentiroso, que à falta de um “Tino de Rãs”, se entreteve, ou nos entreteve, a disfarçar as asneiras do governo, durante os meses necessários para Sócrates ser reeleito.

Esse sim, assumido benfiquista que, segundo se diz e as televisões mostram, não vai a parte alguma, onde não exiba a grande virtude do seu emblema:

Correr para nada !

Vem isto a propósito dos parabéns que me sinto obrigado a dar ao SLB.

Em mais de meia centena de anos de vida, nunca tinha tido oportunidade – apesar da “vaca leiteira” que, quando era miúdo, chamavam ao Benfica, de então – de ver um clube ganhar tantos jogos, contra dez, nove, e até . . . oito jogadores.

Sobretudo,

tendo em conta que, de vez em quando, havia um arbitro que se tresmalhava – especialmente nos jogos com equipas estrangeiras – e parecia não ter os pneus devidamente calibrados. Perdão, as rodas, quer dizer os pés, ou os buts, como nos meus tempos de escola chamávamos às “armas” de Cruyff, ou anteriormente de Bobby Charlton.

Por falar nesse génio, lenda do que era jogar futebol britânico.

Já terão avisado o Dr. João Azevedo da proeza do Benfica ?

É que agora, com o dinheiro que o presidente Vieira tanto se esforçou para ir buscar à UEFA, o clube já pode pagar.

Talvez que, saldadas as “penhoras iminentes”, segundo a imprensa do ano transacto, repito, talvez sobre alguma coisa para pagar ao ex-presidente, aquilo que ele há tanto tempo reclama.

E, cautela !
A justiça de terras de Sua Majestade não desiste facilmente.

Ponham os olhos no “Freeport” !

MAS TENHO de DAR os PARABÉNS

ao
“ Benfica, Vieira & Cª “

O Porto, clube de futebol, “ganhou” campeonatos à custa – sabe-se agora -, de favores de meretrizes e troca de influências.

Suspeitava-se, é certo,

Mas não se sabia !

O Benfica apropriou-se deste.
TODOS SABEMOS, porque VIMOS,

MAS,

será que

NINGUÉM SUSPEITA ?

... mores ... tempora ... veritas

?

jail