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Adriano Ferreira Pinto







segunda-feira, maio 30, 2011

MLADIK I I ou Por uma nova Justiça Supra Nacional !

MLADIK I I
ou
Por uma nova Justiça Supra Nacional !


Não se pense, porque não corresponde à verdade, que o signatário ignora os verdadeiros CRIMINOSOS, que atentam contra as comunidades pacíficas e exploram a pobreza, oprimindo as camadas mais desgraçadas dos seus países, a par da repressão brutal das classes mais letradas, que lhes causam cobiça.
Não, como se viu no texto anterior, não esqueci Fidel, Mao, Pot, Stalin, e até Krustchev, entre tantos outros ídolos das gerações socialistas e internacionalistas que governam o mundo nos últimos SESSENTA anos !
Mas devo dizer que me causa verdadeira estranheza o facto de não haver um verdadeiro Tribunal Internacional que julgue – de forma efectiva e a título PENAL, e não meramente em nome da opinião pública – os políticos que conduzem os países por si governados, à pobreza, miséria e, em consequência, à DESGRAÇA SOCIAL!  
Note-se que não falo daqueles casos em que bandidos profissionais, ou meros cleptómanos compulsivos, se fazem “eleger” – ou ganham mesmo eleições – para se locupletarem, por si ou pelos seus, com bens públicos nacionais.
Para esses deve bastar a Ordem Jurídica Nacional dos respectivos países, a aplicar logo que reposta a normalidade institucional nos mesmos.
Refiro-me àqueles casos em que - mesmo sem benefício próprio -, um governante, eleito de forma legal e democrática, arruína um país e “blinda” o respectivo ordenamento jurídico, por forma a não poder ser responsabilizado. 
Não porfiando, agora, dos casos que porventura enxameiam o mundo, nomeadamente os países em rápido crescimento, julgo preocupante o que poderá estar a suceder na “velha” Europa.
Como exemplo – e APENAS COMO TAL -, nada nos indica que os membros do ainda governo pátrio, sejam suspeitos de se apropriarem de bens nacionais em proveito próprio.
Até o ainda Primeiro-ministro, cujo nome já foi diversas vezes citado em investigações policiais e judiciais, está livre de qualquer incriminação.
Mas, efectivamente, a respectiva acção governativa conduziu Portugal a uma calamidade financeira e, muito pior, económica, só reconhecida no . . . século XIX !
Da sua actuação resultará, inelutavelmente, a pior crise social dos últimos CEM ANOS, mesmo contando com a implantação da república e subsequente descalabro de governos até 1926.
Creio, com toda a sinceridade, que foi apenas inépcia. E que se não tratou de nenhuma vontade especial em beneficiar os grupos económicos que – de forma injusta, infundada e imoral –, nas próximas três ou quatro décadas, vão ficar como cínicos credores de Portugal. 
É que quem não sabe governar, NÃO o deve fazer. MUITO MENOS ILUDIR O POVO !
E se, quanto a estes, JÁ NADA HÁ A FAZER,
SEMPRE FICAVAM AVISADOS, OS QUE HÃO-DE VIR !

 Nota:
 este texto foi escrito na tarde de 27 de Maio de 2011 e, por via de segurança, dado a conhecer, e depositado no escritório  de um colega.
Porém, não foi na mesma data publicado, por via da acção de um pseudo- empresário, daqueles que quando têm na mão uma nota de dez dólares, pensam serem donos do mundo, mas sempre que DEVEM umas centenas de euros, ACHAM que é uma bagatela e, invariavelmente, NÃO PAGAM !
Pois foi para a ELIMINAÇÃO DESSAS abencerragens, que se fez o GLORIOSO 28 de Maio,
E, é para o extermínio DEFINITIVO dos múltiplos resquícios desses parasitas, que iremos renová-lo !




MLADIK I - A Justiça que temos !

MLADIK I
A Justiça que temos !

Confesso que de tantos e diversos nomes que se ouvem nos noticiários das televisões, já não recordava este.
Aliás, tenho dúvidas de que efectivamente alguma vez tenha apreendido este nome.
E, menos ainda, que haja dado conta de que se tratava de um militar, ao que ora oiço, Sérvio. 
Pois bem, dizem as notícias – mais correctamente propalam os noticiaristas - que foi “capturado” um General Sérvio, que o mundo livre, desde há cerca de uma década, queria ver agrilhoado, exibido em público, e - se acaso não pudesse assassinar -, condenado exemplarmente.
Todos sabemos que a exemplaridade de que falam, excluída que seja a morte, é a degradação da vida humana ao nível mais baixo possível e a mensagem pública de que não voltará a ser visto em liberdade, ainda que alcance a idade de Matusalém.
Nada mais repugnante que tal “Justiça” !
Quando oiço tal barbárie, e por absurdo que pareça, não me recordo de Pol Pot, dos Kmeres Vermelhos, do Camarada Mao Zé Dong, do assassino Castro e seus capangas comandados pelo camarada Guevara. Enfim, da horda de proceres comunistas que pavonearam (causavam pavor, para que dúvidas não haja) as mentes dos jovens do meu tempo.
Nem tão-pouco a associo à desmedida brutalidade assassina de Stalin, mas também, e porque não, de Krustchev, Podgorny e tantos outros ídolos dos actuais socialistas no poder – também em Portugal, claro! -, que até há quinze, vinte anos, ostentavam garbosamente uma “foice martelada”, nas mais inóspitas partes da fatiota.   
Não, meus caros. 
Assalta-me o terror de um nome: NUREMBERG !
Para quem não saiba, e segundo a minha modesta e dispensável opinião, a maior vergonha da História dos povos ditos civilizados, durante o século passado.
Pois é verdade, os simulacros de “julgamentos”, que hodiernamente se encenam com a conivência da comunicação social, mais não reproduzem que a “cultura do vencedor”, tanto ao gosto dos americanos quando triunfaram sobre a última Alemã Utopia de unificação da Europa.
 Mas uma dúvida não pode deixar de nos assolar.
Então se os vencedores de 45, se acharam no direito de MATAR os vencidos, porque raio de razão não aceitam como legítimo o reverso dessa legitimidade?
Certamente pensarão que aqui está um anarquista, ou coisa pior, a criticar de forma impiedosa os laicos e eficazes regimes democráticos do Ocidente.
Nada mais injusto, garanto-vos.
O que eu não entendo, não consigo entender, e até duvido que alguém possa explicar, é como o Chefe-de-Estado de uma potência internacional, permanentemente em guerra, possa criticar um General - comandante militar institucional -, por DEFENDER, POR TODOS OS MEIOS o seu Povo.
AH !
É que as suas tropas praticaram actos, que as convenções internacionais não autorizam.
Fizeram coisas, que a sociedade ocidental chama genocídio.
Dizimaram populações.
Enfim, e numa expressão tão do gosto de políticos de pacotilha e dos jornalistas especializados em acompanhar fracassados ministros do ambiente – que à mingua de distinguirem uma truta criada num viveiro da Serra da Estrela, ou saberem o custo de estádio de futebol, se arvoram em COVEIROS do respectivo país -, é que “atentaram contra a humanidade” !
Sim, porque a HUMANIDADE há muito dispensou a “bondade” de tais “almas” !
Será que Obama, ou lá como se chama o professor universitário que preside aos destinos dos E.U.A., nunca pensou que se Hitler tivesse triunfado – como podia, aliás -, a legitimidade de Nuremberga, além de inexistente, nunca teria passado de vã quimera dos “aliados” ?
Mas, creiam, o que mais me espanta, é assistir ao triste espectáculo de ver crucificar os aliados de há meia dúzia de anos. Aqueles que “fizeram o trabalho sujo”, que “nós” teríamos de ter feito se eles não existissem !
É que guerras anódinas não existem, porque se existissem, NÃO ERAM GUERRAS !
Por este andar, qualquer dia só podem ser recrutados seminaristas para as campanhas de grande envergadura.
Se matarem, dão a extrema-unção. Se morrerem, foi por obra de Deus !  
Não tem piada nenhuma !
Mas menos ainda, se qualquer dia começarem a tratar os próprios militares, segundo o código de honra dos jornalistas, ou de Obama quando não está em causa a “vingança americana”. Entendem o que digo, por certo.
Nesse caso apenas poderiam utilizar “Meninos de Deus”, que espalhassem a “boa-nova”.
Mas, seguramente, PERDIAM A GUERRA !
Eu que não fui militar, aqui me penitencio perante aqueles que fazem sua, a Vida das Armas, respeitam as respectivas regras, mas, acima de tudo, SABEM QUE TÊM UM POVO A DEFENDER e PRESERVAR – contra outro !
Tudo isto, para dizer que se nunca compreendi – porque é incompreensível -, que após a declaração de paz, se martirizem os vencidos – como fizeram em Nuremberg -, muito menos entendo que o façam com os vencedores.
É que, se no primeiro caso podem ter, como têm, de enfrentar uma Deutschland renascida, no segundo estarão a condenar-se ao papel de VENCIDOS e DIZIMADOS !