Querem ajudar-me nas questões que aqui deixo? Obrigado.

O Meu Depoimento:





Aos meus Amigos, que por gentileza, curiosidade, ou simplesmente para me sindicarem, tenham o incómodo de me visitar, eu procuro recompensar com os modestos textos que aqui trago.





Aos AMIGOS: deixo um pouco de mim.



Uns e outros, estão convidados a dizer de "sua justiça".



Obrigado pela visita!





Adriano Ferreira Pinto







sábado, março 21, 2015

O Paradoxo da OPOSIÇÃO!

Se eu fosse da oposição – já fui muitas vezes; e sou, agora, relativamente a certos procedimentos da maioria eleita pelo Povo -, estaria a rejubilar com as decisões, quer do Primeiro-ministro, em se não demitir; quer do Presidente da República, em não dissolver. Precocemente a AR.  
            A serem verdades, as múltiplas imputações feitas pelo partido socialista & aliados de Esquerda, SIRD (Sociedade Irresponsável de Responsabilidade Diminuída), a oposição só tem de se regozijar com a manutenção do Governo.
            Cada dia que passa, MAIS VOTOS SE GANHAM! Ou não será?
Aliás,
            O País tem Orçamento aprovado, até em sede de EU, está a funcionar, que querem mais?
            Deixem este Governo “enterrar-se”. E, depois, ganhem as eleições!

SALVO se,
                    I.                    Portugal não estiver, assim tão mal.
                  II.                 A oposição souber que, em breve, vai ser DIZIMADA, por algum escândalo.
               III.               Que os líderes da oposição queiram voltar ao tempo, em que as provas carreadas a Tribunal, ERAM DESTRUÍDAS, antes de apreciadas.


Escolham !!!

Os bois, pelos nomes!

Os bois pelos nomes!
21.03.2015
(Texto político, sem apreciação jurídica, do caso concreto)

Muito se tem escrito sobre o penitente em Évora.
Julgo que ninguém, em seu perfeito juízo, recusa a certeza “possível”, de ele vir a ser condenado, por aquilo que o Povo, há anos, a fio, lhe imputava.
Quanto a isso, não restam dúvidas. Mas,
E há sempre um mas:
Se acaso, como tudo indicia, Sócrates for culpado dos crimes conhecidos, e de outros, que o público não conhece ainda, nem tem direito, nem obrigação de conhecer, poderemos – nós, comunidade ético- jurídica – condená-lo, sem o fazer com os cúmplices?
Poder, podemos. Mas será justo? Claro que não!
Mas, se se confirmarem os indícios, serão cúmplices os co-detidos, ou haverá mais?
Não creio  que os crimes – se existiram, como aparentam – tenham sido cometidos por um motorista. Não querendo ser irónico, nem desrespeitador, por muito que “desse à perna”, não conseguia ir “descobrir” tanto dinheiro, como aquele que é imputado a Sócrates, por origem desconhecida.
E, permita-se, não parece que José Sócrates vivesse numa situação de penúria tal, que precisasse de um “Jau”. Nem alguma vez se poderia comparar a Camões.
Por outro lado, a ser verdade, como parece ser, o “capanga” das negociatas, não poderia ser co-autor dos crimes, que, publicamente lhe são imputados.
Pela própria natureza dos mesmos, tal é impossível. 
Terá, seguramente, alguma comparticipação, que a seu tempo se vai saber. Mas,
Tem de haver mais!  
Excluído que seja o motorista – acaso instrumental -, e qualificado o amigo – porque o é mesmo -, como mero acessório para a prática do(s) ilícito(s), cabe descobrir quem foram os ressaltantes “parteners”, e a que título actuaram.
Claro que as romarias a Évora, podem muito bem dilucidar isso. Mas não basta. Vejamos,
Se a actividade criminosa de José Sócrates –a, ora sujeita a escrutínio  - , se iniciou depois de ser Primeiro-ministro, teremos de apurar que circunstâncias estranhas o levaram a tal lugar. Mas,
Se, porventura, a actividade criminosa, agora sindicada, já advinha dos tempos de Ministro, ou até de Secretário-de-Estado, haverá que esmerar a investigação.
José Sócrates chegou ao governo através do que, habitualmente, se chama um “golpe-de-estado constitucional”.
O Presidente da altura – Jorge Sampaio -, anunciou que ia “dissolver” a Assembleia da República, onde havia maioria estável, escassos dias após Sócrates se fazer escolher no partido socialista. MAS, só dissolveu a Câmara três meses depois – o tempo de Sócrates “limpar” o PS!
Ora,
Se se vier a provar – como espero – que José Sócrates pretendia continuar uma actividade criminosa, iniciada no governo socialista anterior,
NÃO RESTAM DÚVIDAS,
JORGE SAMPAIO, tem de ser co- responsabilizado!
Quem faz um golpe-de-estado, para colocar no governo um vigarista, é porque tem interesse.
Ele que explique.
Aliás,
Podia, e talvez devesse, ter convocado eleições três meses antes.
Mas não fez!
Por causa dos pedófilos, ou dos negócios?
Que a JUSTIÇA os chame e esclareça, é o meu pedido!