Querem ajudar-me nas questões que aqui deixo? Obrigado.

O Meu Depoimento:





Aos meus Amigos, que por gentileza, curiosidade, ou simplesmente para me sindicarem, tenham o incómodo de me visitar, eu procuro recompensar com os modestos textos que aqui trago.





Aos AMIGOS: deixo um pouco de mim.



Uns e outros, estão convidados a dizer de "sua justiça".



Obrigado pela visita!





Adriano Ferreira Pinto







REFLEXÕES

SUA IMINÊNCIA !






Confesso que me sinto lisonjeado por o meu país ter um Primeiro-Ministro que é recebido pelo PAPA.



É sempre bom saber que aqueles que nos governam, mesmo contra nossa vontade, como é o caso, são recebidos por quem, por vontade de Deus, “governa” o Mundo Cristão em geral – mesmo que muitos, o contrário afirmem -, e o Católico em particular.



Porém,

É triste saber, que um chefe de governo, ou que o deveria ser, ignora o Protocolo de Estado, e transforma uma audiência de Suprema Importância, num acontecimento trivial.



O cidadão Sócrates, chefe do governo, em função dos votos dos portugueses e por vontade do Presidente da República, dirigiu-se, NA QUALIDADE de PRIMEIRO-MINISTRO DE PORTUGAL, à Nunciatura em Lisboa, para ser recebido por um Chefe de Estado Estrangeiro !
Pior, pior, só imagino se o mesmo Pinto de Sousa – creio que é o apelido do sujeito que ocupa tão alto cargo – tivesse exigido que o mesmo Chefe de Estado visitante, fosse ao Largo do Rato, para que ambos pudessem “trocar impressões”, sob a égide protecção de Francisco Assis – o qual, que eu saiba, nada tem a ver com o Santo homónimo.

Ainda recentemente, na humilde pacatez dos meus escritos, recordei a Postura de Estado que o Doutor Salazar tomou, aquando da visita do Santo Padre Paulo VI a Portugal.

Bem, mas ... Salazar era um estadista, responder-me-ão alguns !

Sim, é verdade.

Este é só Primeiro-ministro !

E, pelo que se vê, nem isso sabe ser !

Curioso,

Ainda hoje ouvi que Paulo VI, “ignorando Salazar, se dirigira a Fátima, aterrando em Monte Real, e não passando por Lisboa”.

Ou é simples ignorância, ou o/a jornalista que escreveu a peça andou nas Novas Oportunidades Socráticas !

Monte Real era, à época, e julgo que ainda é, uma base militar.

Algum avião, ou outro aparelho que fosse, poderia aterrar numa base militar, SEM CONHECIMENTO do LEGÍTIMO GOVERNO de PORTUGAL ?

Eu, apesar de então ainda ser um miúdo, recordo as entrevistas que o piloto que conduziu sua Santidade ao nosso país deu à comunicação social.
Não, meus pacientes leitores.

Salazar era Presidente do Conselho de Portugal. I. é, Chefe do Governo !

Como tal, sabia conduzir a Política Portuguesa, de acordo com os interesses do país, e sem ofender Estados Estrangeiros, e muito menos a Santa Sé, apesar do agravo feito a Portugal.
Ora,

Bento XVI, ao contrário do que se propagandeia, além de muito culto, tem um fino e subtil recorte diplomático.

Ao chegar a terras Lusas, citou Sua Eminência, o saudoso Cardeal António G. Cerejeira.

Pena que não tenha sido Oliveira Salazar a recebê-lo !


Mas que interessa,

Tivemos uma Iminência a fazer as “honras da casa” !

Ai !

E se em vez de Sócrates se chamasse Platão ? ! ! !