Querem ajudar-me nas questões que aqui deixo? Obrigado.

O Meu Depoimento:





Aos meus Amigos, que por gentileza, curiosidade, ou simplesmente para me sindicarem, tenham o incómodo de me visitar, eu procuro recompensar com os modestos textos que aqui trago.





Aos AMIGOS: deixo um pouco de mim.



Uns e outros, estão convidados a dizer de "sua justiça".



Obrigado pela visita!





Adriano Ferreira Pinto







quarta-feira, abril 29, 2015

Meus Senhores
Temos a infelicidade de ter um partido socialista de corruptos – o primeiro-

ministro está preso, desde o ano passado!



Mas também o novo governo tem lá um incompetente, no lugar de ministro do ambinte, que é uma anedota!

Inventou a palhaçada dos sacos de plástico..
Agora descobriu que os menores de 18 anos não podem beber cerveja.
Quem afirma isto, não é estúpido, nem ignorante. É UMA BESTA!

Vejamos: para casar basta ter dezasseis anos.
Sendo o tempo de gestação de uma criança, de nove meses, aos dezasseis anos e nove meses – sem percalços anteriores – um pai e uma mãe, têm, segundo o Estado Português, capacidade para criar um filho. Mas não podem beber uma cerveja!
Mais curioso:
Alguns destes “bandidos” do Psd e Ps, ainda não há muito tempo queriam que idade para a capacidade eleitoral activa recuasse aos dezasseis (16) anos!!!
De facto, quando anormais chegam ao governo, dá nisto, Asneira atrás de asneira.
Rogo ao Senhor Primeiro-ministro que corra com este ministro.
Se não ocupasse tal alto cargo, eu chamar-lhe-ia, o que é: um petulante e incompetente.
Se porventura fosse magistrado do MP, já teria providenciado uma investigação sobre as decisões do Senhor ministro do Ambiente, que, dizem, em Évora é bom!
Ao cair do texto, lembrei-me, qualquer cidadão pode apresentar queixa-crime, contra um labrego, mesmo que seja ministro!

Vamos ver a sorte da mesma! 

segunda-feira, março 23, 2015

O Chico - “Pilha-galinhas”

O Chico!
Pilha-galinhas


Aqui há muitos anos, o “Chico” – moço sagaz e destemido – dedicava-se a pequenos roubos, lá na aldeia.

Coisas de pequena monta, de tal sorte, que até lhe chamavam o “pilha-galinhas”!

Pois não é que, certo dia, lhe “soou”, que andava um Gnr, a fazer perguntas acerca do desaparecimento de um saco de cimento, na obra do “Joaquim das Couves”, homem abastado e invejado, lá na terra.

Passou uma noite sem dormir.
Então não era que o cabo Jorge, já descobrira que fora ele!
Não “pregou olho”, até o Sol nascer. Mas ouvir cantar o galo, que o Joaquim tinha lá no quintal, descansou – tinha solução, para o caso. E,

Dormiu, um sono repousado, até ao meio-dia. Nessa altura,
Levantou-se, fez a barba – o que já não era costume há muito tempo -, vestiu o fatinho de ir namorar, e dirigiu-se ao Posto da Guarda.

- Está aí o Senhor cabo? Quero falar com ele, afirmou de forma resoluta.

- Não, não está - respondeu o “praça” de serviço -, foi patrulhar a feira.  

Como se não soubesse ele, que era estavam a 24, dia da feira da sede do concelho.

- Sendo assim, e porque não posso resolver isto de “homem-para-homem”, QUERO APRESENTAR QUEIXA contra ele.

- Oh Chico, que é que ele te fez, não me digas que te não pagou o ordenado, gracejou o militar de serviço.

- Anda “metido com a minha irmã”. Até a “emprenhou”. Já que não lhe posso ir ao focinho, para defender a honra dela, apresento queixa. Há por aí papéis para isso, não há?

Preenchido a participação, saiu vociferando: “mato os dois, não quero ter um sobrinho “chui”! ainda hoje cá volto!

Preocupado com uma tragédia anunciada, o agente de serviço, no Posto, comunicou ao Comando o sucedido, e fez seguir a queixa apresentada.

Seguiram-se os trâmites habituais.

Dois dias depois, o Chico dirigiu-se ao Posto para “tirar desforço” do “cabo prevaricador”.

- Onde é que ele está? Se é homem, que apareça!

- Oh Chico, ele foi chamado ao Comando. Isto são crimes graves. Aqui já não volta. E, se não “apanhar” cadeia, já vai bem. P`ra rua vai, de certeza. Isto aqui é rigoroso!

- Cobarde! Fugiu quando lhe ia à cara. Que fique preso, por muito tempo! Assim é que é!

Vociferando, lá se dirigiu à tasca do barbudo, para “afogar as suas mágoas”.

- Que é que queres hoje?

- Um “Wisque”, dos grandes.

- Tens dinheiro para pagar?

- Pago amanhã. Chegou hoje uma camionete de cimento para o “Quim das couves”. E o Cabo já foi embora, de vez!


domingo, março 22, 2015

O Destino tem caprichos terrívei

Se, durante as recentes audições, na Assembleia da República se exigisse prova de conhecimento da actividade bancária, até três gerações anteriores, aos intervenientes nas mesmas que aconteceria? 

O “suspeito” Ricardo Salgado diria, possivelmente: 

- o meu trisavô fundou um banco. O meu avô continuou e desenvolveu-o. O meu pai esteve ligado à actividade, apesar de a família ter sido espoliada após a revolução do 25 de Abril, que levou alguns à prisão e ao exílio. Mas voltámos cá, comprando o que era nosso. 

Outros diriam, 

- pedi alguns empréstimos que, ao contrário dos meus pais, não vou ter de pagar, o BPN acabou, a Caixa é nossa, e do BES … já “demos cabo”! 

Mas, ainda assim, e para não faltar à verdade, alguém mais, provido da sua “especial competência”, como O Professor Louça, recentemente referiu, diria:

- ah, experiência bancária da família? Só mesmo dos assaltos!

sábado, março 21, 2015

O Paradoxo da OPOSIÇÃO!

Se eu fosse da oposição – já fui muitas vezes; e sou, agora, relativamente a certos procedimentos da maioria eleita pelo Povo -, estaria a rejubilar com as decisões, quer do Primeiro-ministro, em se não demitir; quer do Presidente da República, em não dissolver. Precocemente a AR.  
            A serem verdades, as múltiplas imputações feitas pelo partido socialista & aliados de Esquerda, SIRD (Sociedade Irresponsável de Responsabilidade Diminuída), a oposição só tem de se regozijar com a manutenção do Governo.
            Cada dia que passa, MAIS VOTOS SE GANHAM! Ou não será?
Aliás,
            O País tem Orçamento aprovado, até em sede de EU, está a funcionar, que querem mais?
            Deixem este Governo “enterrar-se”. E, depois, ganhem as eleições!

SALVO se,
                    I.                    Portugal não estiver, assim tão mal.
                  II.                 A oposição souber que, em breve, vai ser DIZIMADA, por algum escândalo.
               III.               Que os líderes da oposição queiram voltar ao tempo, em que as provas carreadas a Tribunal, ERAM DESTRUÍDAS, antes de apreciadas.


Escolham !!!

Os bois, pelos nomes!

Os bois pelos nomes!
21.03.2015
(Texto político, sem apreciação jurídica, do caso concreto)

Muito se tem escrito sobre o penitente em Évora.
Julgo que ninguém, em seu perfeito juízo, recusa a certeza “possível”, de ele vir a ser condenado, por aquilo que o Povo, há anos, a fio, lhe imputava.
Quanto a isso, não restam dúvidas. Mas,
E há sempre um mas:
Se acaso, como tudo indicia, Sócrates for culpado dos crimes conhecidos, e de outros, que o público não conhece ainda, nem tem direito, nem obrigação de conhecer, poderemos – nós, comunidade ético- jurídica – condená-lo, sem o fazer com os cúmplices?
Poder, podemos. Mas será justo? Claro que não!
Mas, se se confirmarem os indícios, serão cúmplices os co-detidos, ou haverá mais?
Não creio  que os crimes – se existiram, como aparentam – tenham sido cometidos por um motorista. Não querendo ser irónico, nem desrespeitador, por muito que “desse à perna”, não conseguia ir “descobrir” tanto dinheiro, como aquele que é imputado a Sócrates, por origem desconhecida.
E, permita-se, não parece que José Sócrates vivesse numa situação de penúria tal, que precisasse de um “Jau”. Nem alguma vez se poderia comparar a Camões.
Por outro lado, a ser verdade, como parece ser, o “capanga” das negociatas, não poderia ser co-autor dos crimes, que, publicamente lhe são imputados.
Pela própria natureza dos mesmos, tal é impossível. 
Terá, seguramente, alguma comparticipação, que a seu tempo se vai saber. Mas,
Tem de haver mais!  
Excluído que seja o motorista – acaso instrumental -, e qualificado o amigo – porque o é mesmo -, como mero acessório para a prática do(s) ilícito(s), cabe descobrir quem foram os ressaltantes “parteners”, e a que título actuaram.
Claro que as romarias a Évora, podem muito bem dilucidar isso. Mas não basta. Vejamos,
Se a actividade criminosa de José Sócrates –a, ora sujeita a escrutínio  - , se iniciou depois de ser Primeiro-ministro, teremos de apurar que circunstâncias estranhas o levaram a tal lugar. Mas,
Se, porventura, a actividade criminosa, agora sindicada, já advinha dos tempos de Ministro, ou até de Secretário-de-Estado, haverá que esmerar a investigação.
José Sócrates chegou ao governo através do que, habitualmente, se chama um “golpe-de-estado constitucional”.
O Presidente da altura – Jorge Sampaio -, anunciou que ia “dissolver” a Assembleia da República, onde havia maioria estável, escassos dias após Sócrates se fazer escolher no partido socialista. MAS, só dissolveu a Câmara três meses depois – o tempo de Sócrates “limpar” o PS!
Ora,
Se se vier a provar – como espero – que José Sócrates pretendia continuar uma actividade criminosa, iniciada no governo socialista anterior,
NÃO RESTAM DÚVIDAS,
JORGE SAMPAIO, tem de ser co- responsabilizado!
Quem faz um golpe-de-estado, para colocar no governo um vigarista, é porque tem interesse.
Ele que explique.
Aliás,
Podia, e talvez devesse, ter convocado eleições três meses antes.
Mas não fez!
Por causa dos pedófilos, ou dos negócios?
Que a JUSTIÇA os chame e esclareça, é o meu pedido!



quinta-feira, março 05, 2015

Hoje tenho pouco tempo - I

Hoje tenho pouco tempo - I

Eu, pecador, me confesso.
Trabalhei para num “correspondente bancário”, antes da triste data de 25/04.
Tínhamos excelentes clientes – gente de muito dinheiro.
Escuso de referir que NUNCA MENTIMOS aos clientes, acerca do tipo de depósito que faziam, do respectivo prazo e das condições de resgate das aplicações feitas.
Não fora assim e teríamos perdido o nosso “ganha-pão” , que o 25 de Abril e as nacionalizações do 11 de Março, NOS ROUBARAM!
Pelo sobredito, tenho de, com muita tristeza, dizer que não acredito no “folclore do caso BES”.
Piamente aceito, talvez haja um, ou outro,  investidor, que julgasse ser depositante.
Mas, meus estimados, ninguém me faz acreditar que toda essa gente que transformou depósitos – seja à ordem ou a prazo - de pequena rentabilidade, por “depósitos” – como dizem -, de GRANDE e IMEDIATO RENDIMENTO, suspeitou que era um negócio de risco?
Foram ingénuos? Talvez.
Mas, nos anos setenta, os meus clientes, já queriam saber tudo acerca das condições que lhes oferecíamos.
Será que esta gente que anda por aí a ocupar agências bancárias e a exigir que lhes paguemos as “suas poupanças”, alguma vez se propuseram a cede-nos – aos contribuintes -, as mais – valias dos respectivos “depósitos”.
Haja vergonha. Quiseram ganhar muito e em pouco tempo. É um risco. Já o corri e ganhei. E também perdi, até mais, do que outrora ganhei! É a vida!
Mas não façam de nós parvos.
Se têm razão de queixa, se foram enganados, recorram aos tribunais!

NÃO QUEIRAM É QUE SEJAM OS POBRES A SUPORTAR UMA OPERAÇÃO DE AGIOTAGEM! 

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

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Musica do Album - O Padrinho