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Adriano Ferreira Pinto







domingo, março 22, 2015

O Destino tem caprichos terrívei

Se, durante as recentes audições, na Assembleia da República se exigisse prova de conhecimento da actividade bancária, até três gerações anteriores, aos intervenientes nas mesmas que aconteceria? 

O “suspeito” Ricardo Salgado diria, possivelmente: 

- o meu trisavô fundou um banco. O meu avô continuou e desenvolveu-o. O meu pai esteve ligado à actividade, apesar de a família ter sido espoliada após a revolução do 25 de Abril, que levou alguns à prisão e ao exílio. Mas voltámos cá, comprando o que era nosso. 

Outros diriam, 

- pedi alguns empréstimos que, ao contrário dos meus pais, não vou ter de pagar, o BPN acabou, a Caixa é nossa, e do BES … já “demos cabo”! 

Mas, ainda assim, e para não faltar à verdade, alguém mais, provido da sua “especial competência”, como O Professor Louça, recentemente referiu, diria:

- ah, experiência bancária da família? Só mesmo dos assaltos!

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