Sorte, … a dos Venezuelanos!
( Que alguém reze por nós ! ! ! )
Segundo
parece, morreu o mais recente DITADOR das Américas.
Digo
“segundo parece”, porque não há, ainda, a certeza de que os “chavistas”
tenham “metido a viola no saco”; ou alguém lha tenha enfiado no devido sítio.
É
tão normal, na América latina, assim como na LATINA américa, que os tiranetes
sejam admirados, suportados, e até aceites como libertadores; como é no
mundo civilizado, que os mesmos sejam reconhecidos enquanto canalhas
– que o são, ou foram -, que se impõe tolerar.
O
Chavez,
foi disso, o mais recente exemplo!
Candidato
a sucessor das verborreias de Castro, imaginário continuador de Guevára,
petulante descendente de Simón; não passava de um mero “che” –
com minúsculas -, com quem o “Imperialismo Americano”, não
estivera disposto a negociar.
Impotente para levar a êxito os intuitos
megalómanos, não hesitou em lançar na miséria o seu povo, apesar das riquezas
naturais do respectivo país.
Aliou-se,
na Europa ocidental – enquanto era admoestado pelo Rei de Espanha -, a gente
tão pouco recomendável como José Sócrates.
Assim
como se uniu à democracia putiniana, a par da amizade energética
com o ditador iraniano.
Claro
que, de mão dada esse democrata – cujo nome é indizível, para gente decente -,
que timoneia a Coreia do camarada Soares do PCP (refiro-me ao
Bernardino, que o outro já vau reformado).
Pois
bem.
O
Chavez – sucessor para Sócrates, do “mon ami”, que Soares
profanava quando se referia a Miterrand -, também foi “um amigo de Portugal”.
Disseram-nos - ou sussurraram? -, os nossos actuais dirigentes !
Confesso
que, à parte daquela caricatura em que Sócrates, chefe do governo (?), com ele
se pavoneou num carro - ao que se disse, do estado português -, pelo dito conduzido,
nunca se soube que o finado alguma coisa tenha feito por Portugal, ou pelos
portugueses. Talvez as nacionalizações dos bens dos emigrantes lusos, na
Venezuela que haviam construído; AO CONTRÁRIO dos chavescos!
Diz-se,
nalgumas terras lusas, que: Deus os fez, Deus os juntou. Parece que sim!
Quis
o infortúnio que o ditador da Venezuela, e candidato a “comandante” do
continente sul-americano, “se tenha ido”, antes do seu “compadre”
europeu ter tido tempo de levar às Américas, a ciência da sua nova patroa
farmacêutica.
SORTE
!
Quem
fez a guerra em África - contra os actuais predadores dessa fenomenal e querida
terra -, bem sabe que dar um medicamento a um moribundo, era o mesmo que erguer
estátua ao feiticeiro da região.
O
camarada José Sousa, não podia arriscar. Chegou tarde !
Mais
não podia fazer !
Por
certo a culpa foi dos Portugueses; que o não libertaram das tarefas
governativas seis anos antes !
Confesso,
Como
cristão, fiz o mesmo que muitos católicos – pedi a Deus que o acolhesse no Seu
Seio;
Como
português, lastimei que tivesse “seguido sozinho”.
Afinal,
com tantos amigos neste nosso torrão, não se justificava “entrar na barca”,
“a solo”.
Mas
pronto, a vida e a morte são mesmo assim.
Os venezuelanos estão de parabéns,
Chavez,
não volta !
Mas
…
Sócrates está na
R T P !!! ??
( Alguém reze por nós ! ! ! )

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