O Senhor Primeiro-ministro anunciou, hoje, um plano para reestruturar as autarquias e, correlativamente, diminuir os custos das mesmas.
É louvável a intenção, mas tão só. ~
Na verdade, não interessa nada aglomerar concelhos, fundir ou extinguir freguesias, até mesmo diminuir os efectivos de tais órgãos.
Mas, modéstia à parte, é muito simples.
Quem concorre para as autarquias, é – deveria ser - porque deseja servir o bem comum.
Logo, NÃO CARECE DE SER REMUNERADO, salvo em casos especiais.
Por outro lado, não entendo como qualquer município tem um ror de “chefes de divisão”, uma imensidade de “directores de serviço”, já para não falar na quantidade de animadores sócio-culturais, que pejam tais organismos.
É fácil, é barato, e dá resultado:
- Os titulares deixam de receber ordenado e prebendas.
- Os chamados “quadros”, vão para a rua, NAS MESMAS CONDIÇÕES DAS EMPRESAS que são declaradas insolventes – que é o caso da administração pública - SEM NADA !
Assim resolve-se tudo, sem suor, dor ou sofrimento, PARA OS PRIVADOS QUE OS TÊM SUSTENTADO !

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