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Adriano Ferreira Pinto







sábado, junho 18, 2011

Pode não ser o melhor, mas foi o que o POVO ESCOLHEU !

Agora que está prestes a tomar posse um novo governo, urge que o blindemos contra a campanha, mais que previsível, por parte da oposição e não só.
Aliás, não será, neste especial momento, despiciendo lembrar Churchill, quando afirmava que do lado das bancadas da oposição ficavam os adversários, enquanto na nossa, estavam os inimigos !  
Recorde-se que foi uma fase de “acerto” da construção governamental, que Santana Lopes foi vítima de soez ataque vindo do próprio interior do seu partido, abrindo caminho à intervenção externa de Sampaio e do Partido socialista.
Está pois na altura de cerrar fileiras, não para dizer “ámen” a tudo o que de S. Bento saia, mas para contrabalançar as “bocas”, invenções, atoardas e boatos, que já começaram a “correr nas bocas do mundo”.

Cabe aqui e agora fazer uma declaração de interesses pessoais.
Este não é o governo que eu ambicionava e pelo qual fiz campanha. Mas quanto a isso, em sede própria e a seu tempo, direi de mim.
É que, entre os ministros publicados, encontram-se dois a quem me devo ora referir em particular.
Desde logo a futura ministra da justiça, Paula Teixeira da Cruz.
Trata-se de Distinta Jurista, a quem não tenho o prazer de conhecer pessoalmente. Mas que, ainda assim, já foi alvo de “ataques” da minha parte, em escritos anteriores.
Na verdade, a dita Senhora Dr.ª, prestes a titular tão importante pasta, foi politicamente ineficiente quando, em tempos relativamente recentes, deu “de mão beijada” a Câmara de Lisboa ao P. Socialista, só por guerras internas de uma distrital do PSD.
Dizem que foi manobra mal calculada. Não sei. O certo é que o trabalho de Pedro Santana Lopes, na conquista da capital, foi desbaratado e “o ouro entregue ao bandido”.
É pois um dos casos em que a “muralha” de protecção, que preconizo, mais se impõe.
No que puder, cá estarei, para contribuir com o meu pouco engenho mas muita vontade.

O outro caso é o do futuro ministro Miguel Macedo.
Esse não me é desconhecido. Pelo contrário. Fomos colegas de curso, e tive o privilégio de com ele concorrer nas eleições da FDUC. Só que disputávamos o mesmo eleitorado, então como agora.

Devo aqui referir, que quando foi conhecida a composição da comissão de negociação do acordo governamental, de que ele fez parte, vaticinei duas pastas para dois dos elementos da mesma.
Claro que, para ele pensei na Justiça, já que foi Secretário de Estado da mesma.
Mas, “do outro lado da bancada” (entenda-se, do meu) estava alguém com mérito mais que suficiente para tomar de encargo a mais difícil e problemática pasta deste e dos futuros governos de Portugal.
Trata-se do Doutor Cruz Vilaça, curiosamente o Professor de Economia Política de ambos no final da década de setenta do século passado.
Se aqui referi este passado, foi para agora assegurar que não deixarei de criticar o novel ministro, quando disso seja caso – espero que nunca mereça -, só por termos sido condiscípulos.
Dir-me-ão que também nunca deixei incólumes outros antigos colegas quando tiveram a cargo pastas nos governos socialistas. Pois não !
Mas, naturalmente, nunca promovi nenhum movimento de apoio, em torno dos mesmos.
Porque o presente/futuro governo se afigura mais técnico do que político, e já que Paulo Portas – o mais traquejado dos ministros -, dadas a especificidade da sua pasta e necessidades da diplomacia portuguesa, estará mais tempo ausente de S. Bento, além de não vice primeiro-ministro, temos de começar a criar uma “barreira de protecção” na opinião pública ao governo que vai iniciar funções.
É que, 

Pode não ser o melhor, mas foi o que o POVO ESCOLHEU !

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